Falta pulso ao governo do Paraná para enfrentar as pedagieiras e empreiteiras?

Recebi muitos releases da assessoria do governo paranaense neste pequeno recesso e para destacar a velocidade das obras no Paraná.
Mas, veja bem, é de considerar: depois das chuvas de 22 de janeiro de 2016, Beto Richa veio inaugurar no dia 10 de junho a recuperação da Estrada dos Pioneiros e a ponte sobre o ribeirão Bandeirante do Norte. Ou seja, demorou-se 506 dias para arrumar o estrago da chuva e ainda gastou apenas R$ 2,9 milhões.

Comemorou-se também em junho os 26 km de rodovia rural (PR 459 sem acostamento com gasto de R$ 30 milhões) entre o distrito de 2 Pinheiros (Pinhão) e Reserva do Iguaçu, no sul do Paraná.
Aí falou o líder de todos os curitibanos que ganham salário comissionado no governo estadual: “As cidades que têm mais ligações asfálticas e mais entroncamentos rodoviários são as mais desenvolvidas. É para garantir esse desenvolvimento que investimos fortemente na melhoria e na modernização da infraestrutura do Estado, sobretudo a rodoviária. Tendo estrada, facilita a vinda de mais investimentos privados, com o interesse de instalação de empresas e indústrias. A estrada reduz o valor de fretes, dá mais segurança ao transporte escolar, aos agricultores, ao escoamento da safra, encurtando caminhos e ligando pessoas.”
Rememora a frase atual do ex presidente Washington Luiz (de 1926 a 1930): “Governar é abrir estradas”.
Mas esqueceu Beto Richa em quase oito anos de providenciar asfalto nas rodovias que também interessam a nossa região (até para fugir do pedágio da VIAPAR): a PR 532 entre Londrina e Apucarana (da PR 538 perto de Guaravera passando pelo distrito de Correia de Freitas),  e os trechos entre a mesma PR 538 (Londrina a Guaravera) e o distrito de Aricanduva (na divisa entre Apucarana e Arapongas) ou até o Parque do Trópico em Arapongas – e a chamada estrada da Fazenda Bule e Bratislava (Cambé).
Em outubro de 2013 o prefeito Beto Preto (PSD) foi à ACIL lançar a ideia da Rodovia do Desenvolvimento entre Apucarana e a PR 090 (a estrada do Cerne) transpondo o rio Tibagi com uma nova ponte de Nova Santa Barbara a Londrina – adentrando o novo trecho rodoviário por Guaravera (possivelmente na PR 538). A boa intenção não mereceu nem uma palavra de incentivo dos londrinenses e hoje curitibanos Beto e Pepe Richa, o irmão do governador que comanda a Secretaria de Transportes quase 8 anos. Nem anunciaram os famosos grupos de estudos ou coisa que o valha. Falta pulso para enfrentar as empreiteiras do pedágio ou dinheiro para fazer os estudos?

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