Coisas que só acontecem neste Brasil, país de fartura

E informa o jornalista Naym Libos, colunista do jornal Impacto Paraná, que o prefeito do Campus da Universidade Estadual de Londrina, ganha R$ 26 mil de salário, o dobro do que recebe o prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD) que administra uma cidade com 530 mil habitantes.

Conta de luz fica muito mais cara

A conta de luz vai ficar mais cara, a partir de hoje. O aumento é de 36,4%. O reajuste foi definido pela Agência Nacional  de Energia Elétrica (Aneel) e será para recompensar do Tesouro à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

A deputado Maria Vitória vai discutir os problemas da educação… mas nos EUA

Agora vai. Mas já se sabe para onde.

A deputada estadual Maria Victória (PP), participa nesta semana, entre os dias 4 e 7, de uma discussão sobre educação.

Não, meu amigo, não é no Paraná onde os professores estão em greve.  O debate, promovido pela Fundação Lemann e pela Universidade de Yale, será nos Estados Unidos. No encontro “Liderando Reformas Educacionais: desafios e oportunidades para os próximos quatro anos” serão debatidos meios de desenvolver políticas educacionais, como a formação de professores, reforma curricular e inovação em sala de aula. O evento reunirá políticos, secretários de educação, representantes do Governo Federal e profissionais da área.

As viagens não irão gerar despesas ao Poder Público.

Menos mal que para o evento na Universidade de Yale as despesas serão custeadas pela Fundação Lemann.

Professores da UEL ingressam com pedido de investigação por improbidade contra o governador

Professores e funcionários da Universidade Estadual de Londrina (UEL) ingressam amanhã com uma representação no Ministério Público Esadual contra o governador Beto Richa e contra a reitora da UEL, Berenice Quinzani Jordão, pedindo que eles sejam investigados por improbidade administrativa.

Segundo o professor do curso de Direito da UEL César Bessa, presidente da Comissão Jurídica do Comando de Greve, o fundamento da ação é o não pagamento do adicional de 1/3 de férias aos docentes e servidores da UEL em janeiro e fevereiro. “O adicional é um direito fundamental previsto na Constituição Federal. E a jurisprudência nacional entende que há configuração de improbidade administrativa pelo não pagamento de salário”, ressalta o professor.

“Com base na Lei de Improbidade Administrativa, entendemos que há violação de preceito legal atingindo de forma atentatória a Instituição Pública (no caso, a UEL). É sempre é bom lembrar que o material humano é a principal parte de uma Instituição Pública”, completa.

A consequência jurídica da ação a ser promovida pelo Ministério Público, explica Bessa, é a punição com dos denunciados com a inelegibilidade. “Eles terão a suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos e multa, além de sanções civis, penais e administrativas”.

A petição de improbidade administrativa foi elaborada pelas assessorias jurídicas do Sindiprol e da Assuel, em conjunto com a Comissão Jurídica do Comando de Greve, que é composta por advogados do curso de Direito da UEL.

O governo do Estado informou, através da sua assessoria de imprensa, que não irá se pronunciar sobre a representação antes da notificação judicial.

Com Assessoria

Na Câmara

Amanhã vereadores de Londrina discutem uma possível alteração nas leis de Uso e Ocupação de Solo e o pedido de abertura da Comissão Especial de Inquérito (CEI) sobre o fornecimento de alimentação a Maternidade Municipal de Londrina e também Caps. Também haverá três projetos de lei em discussão (para dar nomes a escolas e ruas).

Servidores tentam reaver progressões de salários

Dois mandados de segurança de servidores da Câmara foram julgados por juízes das varas de Fazenda Pública de Londrina. Os servidores querem modificar a lei que cancelou benefícios de 2004, por progressões indevidas, por não obter relação com a área de atividade exercida no legislativo. Até agora em Londrina a Justiça já julgou seis mandados de segurança. Três a favor dos servidores, dois negados e um servidor que conseguiu rever parcialmente os benefícios.

Deputado Tiago Amaral estaria na muda?

E entre os deputados estaduais que se elegeram pela região de Londrina, quem não é visto há tempos é Tiago Amaral (PSB). Desde o tumulto na Assembleia Legislativa do Paraná – como bonde do Camburão e tudo – à deflagração das greves no Estado, ele anda desaparecido. Tem evitado a todo custo ser visto em público.

Filho do conselheiro Durval Amaral, que foi várias vezes deputado estadual, Tiago deve ter recebido do paizão aquele velho conselho: “Passarinho na Muda não Canta”.

Sentimento de culpa

Brasil Confidencial/Isto É

Antes do Natal, o executivo Sérgio Mendes, da empreiteira Mendes Júnior, pediu a seus familiares que soltassem os passarinhos que mantinha em cativeiro em sua casa. Preso na superintendência da Polícia Federal de Curitiba, o empreiteiro entendeu a importância da liberdade.

Londrina terá verba de publicidade de R$ 1,2 milhão

A prefeitura de Londrina terá R$ 1,2 milhão para contratar, nos próximos dias, uma agência de publicidade, segundo a Secretaria Municipal de Gestão Pública, para criar campanhas institucionais. O edital pode ser publicado daqui duas semanas.

Banda

A Prefeitura de Londrina também abriu licitação para contratar uma grande banda. Objetivo seria tocar em cerimônias cívicas, apresentações, datas comemorativas e inaugurações. A sessão de lances será aberta nesta quarta-feira.

Mensalão teria origem em Londrina

Da Gazeta do Povo
Segundo um ex-funcionário de Janene ouvido pela reportagem, que pediu para não ser identificado, o modo do ex-deputado operar no Congresso já era praticado em Londrina. Em 1997, no 3.º mandato de Belinati na prefeitura, Janene teria sido responsável por fazer um acordo com os vereadores para que o prefeito tivesse domínio da maioria da Casa. A “mesada”, segundo o ex-funcionário, era o equivalente a um salário de vereador. À época do mensalão, o caso chegou a ser publicado na imprensa . Belinati foi procurado para comentar o caso, mas não quis falar com a reportagem. (Leia mais)

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Como está a cotação de bunda de cobra

Depois do deputado Cobra Repórter ter perguntado aos professores de Cornélio se eles querem que ele “Dê a bunda” para agradá-los, o filósofo e empresário de carnes e abundância da Vila Recreio, o senhor Zé Ruela, dá a sugestão:

– Melhor perguntar para o ex-assessor do segmento de carnes frescas, Pato Roco, também conhecido como Marcelo Caramori, como está a cotação da bunda de cobra no mercado. É pra saber se vale a pena o investimento.

Também sobrou vaias para Hauly

E o fim de semana também foi casca para o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB). Ele participou da formatura de alunos da faculdade Unifil no ginásio Moringão. Quando foi convidado a integrar a mesa de autoridades, recebeu uma vaia daquelas que a gente nunca esquece.

Deputado Cobra Repórter perde a esportiva em emissora de rádio, bate-boca com professores e é chamado de Minhoca

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A vida era mais fácil quando Cobra apontava o dedo para os políticos e os criticava. Agora os dedos estão apontados para ele

A greve dos servidores estaduais do Paraná, em especial a dos professores, por causa do Pacotaço do governador Beto Richa, tem provocado situações inusitadas aos políticos do Estado.

O novato Cobra Repórter (PSC), paladino da Justiça quando era apresentador de programa policial, crítico ácido dos políticos quando estava com as câmeras ligadas, tem demonstrado um despreparo poucas vezes visto por estas bandas.

Li agora há pouco no blog do Esmael Morais um imbróglio envolvendo Cobra Repórter em Cornélio Procópio. Ele bateu boca com cinco professoras dentro da Rádio FM 104. “O parlamentar perdeu a estribeira quando pressionado para se posicionar contra o ‘pacote de maldades’ de Richa. Surtado, o deputado Cobra afirmou que tem professores ganhando R$ 30 mil mensais, mais do que ele. O parlamentar do PSC ainda perdeu a compostura com as educadoras:

“Já fiz tudo por vocês, assinei documentos, o que mais que vocês querem? Que eu dê a bunda?”, questionou o deputado da “Bancada do Camburão”.

Indignada, uma professora devolveu ao parlamentar: “com esse vocabulário chulo, o senhor deixa de ser o ‘Deputado Cobra’ para se transformar moralmente no ‘Deputado Minhoca‘”.