Vereadores de Londrina discutem situação do IML

A sessão desta quinta-feira na Câmara de Vereadores vai discutir a real situação do Instituto Médico de Londrina (IML). O valor do novo prédio será de R$ 4,5 milhões – construído na Av. Dez de Dezembro. A discussão será aberta ao público. O IML deveria ter pelo menos 10 médicos legistas e tem só cinco, o que atrasa a liberação dos corpos. A situação é tão precária que falta papel para impressão e CDs.

Londrina pode ser base de treinamento para ciclismo

Londrina pode se tornar uma base de treinamento, para o ciclismo nas Olimpíadas de 2016. Os recursos devem vir da Caixa Econômica Federal, Prefeitura de Londrina e Ministério de Esportes. O complexo ciclístico (uma pista de bicicross e um centro de treinamento) irá ficar perto do Autódromo Ayrton Senna. O valor das obras será R$ 1,7 milhão. Agora só falta a ordem de serviço, da Secretaria de Obras. Antes do fim de maio, espera a Prefeitura. Com este novo complexo cresceu a chance de representação de Londrina, nas modalidades de ciclismo de estrada, de pista e mountain bike e BMX.

Troca troca na Fazenda

O auditor fiscal federal aposentado Murilo Ferreira Wallbach deixa amanhã o cargo de Presidente do Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais (CCRF), após quatro anos de mandato comemorando a redução significativa de processos encalhados no órgão. Quando assumiu em 2011 haviam recursos que ficavam mais de dois anos com os relatores, culminando com estoque de R$ 4 bilhões em discussão no Conselho, e foi obrigado a instituir uma portaria para pagamento de gratificação mediante produtividade dos representantes do empresariado e mesmo da Secretaria  Estadual da Fazenda.
O embate político de seu substituto está sendo vencido pelo agente fiscal Jaime Kiochi Nakano, que de Londrina seguiu à capital com José Aparecido Valencio Silva, hoje coordenador da Receita Estadual, e foi o responsável pela indicação do fiscal londrinense Márcio Albuquerque Lima como Inspetor Geral de Fiscalização – e atualmente preso pela polícia na Operação Publicanos do Gaeco.
Nakano já respondeu a processos no Ministerio Público de Maringá por enriquecimento ilícito (denunciado por sua ex mulher), onde atuou até pedir licença e trabalhar na empresa Móveis Gazin, de Douradina, daí retornando a Londrina.
O tema chama atenção pois um conselho similar (Conselho federal – CARF) mal conduzido resultou na rumorosa Operação Zelotes da PF em Brasília.

Até deputado de Marialva está preocupado com as mortes na BR 369, em Londrina

Pedro de Oliveira AlepOs cruzamentos da Avenida Brasilia (BR 369) com as ruas Grafita e do Pavão, em frente ao antigo Grêmio Literário e Recreativo Londrinense, já foram responsáveis por tantos acidentes com morte que o problema virou questão de estado e não mais apenas municipal.

Até o deputado estadual Evandro Araújo (PSC) está cobrando solução para o problema. Araújo é de Marialva, próximo a Maringá.
Dois requerimentos foram aprovados pela Assembleia Legislativa ontem e serão encaminhados ao DER e Prefeitura de Londrina com pedido de providências.
A solicitação é para a instalação de algum tipo de equipamento como quebra-molas, radar ou a construção de viaduto ou trincheira para reduzir a velocidade no trecho, diminuindo o número de acidentes e de mortes no local.

“Quando a vida dos cidadãos é colocada em risco diariamente é fundamental que qualquer esfera de poder atue para
cessar a violência diminuindo acidentes e poupando vidas” explica Evandro Araújo.

Post no facebook, da mulher do Secretário de Segurança, pode derrubá-lo

A situação do Secretário de (In) Segurança Pública do Paraná, Fernando Francischini, anda de mal a pior. Hoje ele quase perdeu o emprego por causa das trapalhadas que vitimaram 213 pessoas durante as manifestações contra a aprovação das mudanças na ParanaPrevidência ocorridas no dia 29 de abril.

Professores estaduais, servidores, policiais militares, e um monte de paranaenses querem a demissão do cara. Hoje ele quase perdeu o cargo. Em reunião com o governador teria pedido mais uma chance.

Pois é, Francischini voltou à berlinda, desta vez por causa do post abaixo, publicado na rede social facebook, feito pela mulher dele, Flávia Francischini, que dias antes havia ganhado um baita agrado sendo nomeada assessora especial da Sanepar, com um belo e gordo salário.

O post foi apagado. Mas antes disso, caiu na mesa do governador Beto Richa, que deve ter ficado muito satisfeito com o desabafo da patroa do seu secretário.

Veja o que ela escreveu:
flavia

Aí é para fechar o boteco: 40% dos auditores da Receita podem estar envolvidos em corrupção

Pelos cálculos – talvez modestos – do Ministério Público, cerca de 40% dos auditores fiscais podem estar envolvidos no esquema de corrupção da Receita Estadual. São 62 pessoas denunciadas, 15 auditores fiscais da Receita – 11 presos – e as investigações mostram que esse número pode dobrar.

Leoas e Tchutchucas

Gostaria de ver a senadora Gleisi Hoffmann(PT) agir com a mesma veemência em relação às MP’s 664 e 665,  do governo Dilma e que tiram direitos trabalhistas e sociais, como o projeto de lei da previdência dos servidores do Paraná, tão combatido pela ilustre senadora. Infelizmente, aqui no Paraná, ela se comporta como uma leoa, mas em Brasília vira tchutchuca.

Paulo Rossi, presidente da UGT-PARANÁ.

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Professores da UEL decidem manter a greve e por tempo indeterminado

Reunidos hoje no auditório do Centro de Ciências Biológicas, o”Pinicão”, na Universidade Estadual de Londrina, professores decidiram manter a greve por tempo indeterminado. Amanhã fazem assembleia técnicos e demais servidores.

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Ontem panelaço contra Dilma, hoje gritaço contra Beto Richa

Hoje professores e servidores públicos estaduais estarão no Estádio Willie Davids, em Maringá, para gritar o sonoro “Fora Richa”. Será durante a partida entre o Maringá e o Santos, pela Copa do Brasil.

“Panelaço é normal”, diz Dilma

Após o panelaço de ontem, que aconteceu  durante o programa do PT na televisão, a presidente Dilma disse que é normal em um país democrático. E olhe que ela nem foi convidada para aparecer no programa do próprio partido.

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou que aqueles que batem panela deveriam gritar por reforma política.

Hauly lamenta ataque contra professores

Hoje o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB) lamentou a ação realizada contra os professores em Curitiba, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Ele disse que viu este evento com um pesar. Ele não criticou o governador Beto Richa (PSDB). E admitiu que houve falhas pela Polícia Militar (PM).

Nota de Esclarecimento da Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná

NOTA DE ESCLARECIMENTO

06/05/2015
O Conselho de Administração Provisório da Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná – ASSOFEPAR, tendo em vista as disposições estatutárias, vem a público manifestar-se sobre os fatos ocorridos no dia 29 de abril, no Centro Cívico, e seus desdobramentos:

Importante destacar que a Polícia Militar do Paraná é uma instituição histórica cuja origem se confunde com a própria formação política do Estado. Antes de ser uma estrutura de governo, é um patrimônio do povo paranaense. Configura-se como a única instituição pública que atende de forma direta toda a população, diuturnamente, em
todos os municípios desta unidade federativa.

Em relação aos fatos ocorridos no último dia 29, a Associação defende a investigação rigorosa, transparente em relação a todos os envolvidos. Em particular, defende que a ação seja submetida aos crivos estabelecidos
no Estado Democrático de Direito, ao mesmo tempo em que se atenda aos princípios do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório.

Politicamente, cumpre destacar que a Polícia Militar, através de seu Comandante, desde o primeiro momento admitiu sua responsabilidade institucional, demonstrando que não se furtará de uma averiguação esmiuçada da ação.

De outra sorte, cumpre também esclarecer ao conjunto da população, de maneira histórica e retrospectiva que:

Não foi a Polícia Militar quem criou o desequilíbrio orçamentário-financeiro do Estado do Paraná;
Não cabe também à instituição qualquer decisão acerca da mudança do regime previdenciário dos servidores públicos;
Não foi a Polícia Militar quem solicitou o cerco policial à Assembleia Legislativa;
Tão pouco foi a Polícia Militar quem determinou o emprego da força policial.
Integrantes da Corporação lá se encontravam, cumprindo determinação do Poder Judiciário, exarada a pedido do Poder Legislativo para tratar de interesse do Poder Executivo.

Não resta dúvida de que o clima instaurado no dia 29 decorreu de um processo político originado em acirrada discussão de interesses divergentes que inclusive afetam a própria Polícia Militar.

Neste contexto fático, de vontades políticas conflitantes, a Polícia Militar atuou como instrumento do poder instituído.

Salta aos olhos que, passados os eventos na Praça Nossa Senhora de Salete, instâncias de Poder, que se valeram da força pública, que estiveram surdas ao diálogo com os servidores públicos, igualmente surdas enquanto bombas explodiam do lado de fora da Casa do Povo, venham agora a público demonstrar uma sensibilidade suspeita e se postar como detratoras, uma vez que o cálculo político anterior não admitia qualquer sensibilidade.

Deve-se destacar que, antes do uso da força policial como ferramenta, as instâncias de Poder poderiam ter exercido amplo diálogo com as classes interessadas, respeitando-se o processo legislativo em seu curso normal, sem atropelos.

Da mesma forma, enquanto se desenrolava, a ação poderia ter sido interrompida a qualquer momento pelas mesmas instâncias de Poder e, se assim não o fizeram, é porque constituía o mesmo cálculo político.

Finalmente, reafirmamos nosso compromisso com o povo do Paraná, com a Justiça, e com a Verdade, independente de quais sejam as consequências e desdobramentos.

Reconhecemos a importância e o papel fundamental de transformação da educação e dos educadores na
construção de uma sociedade mais justa e que faça da democracia a razão de sua própria existência, em que o poder sirva ao povo e não o contrário.

Conclui-se que se a casa está torta, é provável que a responsabilidade do pedreiro e do engenheiro sejam maiores que da própria ferramenta.

Superior não é proprietário, subordinado não é escravo e obediência não se confunde com subserviência.

Curitiba, 6 de maio de 2015.

Conselho de Administração Provisório da ASSOFEPAR.

De que lado Beto Richa está?

Confirmada a permanência de Fernando Francischini no cargo de Secretário de (In) Segurança Pública do Paraná, os dois – Richa e o próprio Francischini – estarão dando um tiro no próprio pé.

O fato é que a os policiais militares do Paraná – veja a nota oficial do comandante da PM no post logo abaixo – perderam totalmente o respeito pelo secretário. Francischini, depois das desastradas declarações feitas à mídia, revoltou os soldados e comandantes da operação em Curitiba.

Mesmo sendo o Secretário de Segurança, ele se eximiu de qualquer culpa pela pancadaria que feriu 213 pessoas no confronto dia 29 de abril, jogando a bomba no colo da PM.

Se o Secretário admite que não comandou, para que exatamente serve um Secretário que não comanda?

A permanência dele, o homem que vai com pistola em programa de TV, revolta também os milhares de servidores que participaram das manifestações em Curitiba.

A imagem do governador Beto Richa está mais arranhada do que perdedor em briga de gato. Manter Francischini no cargo depois de tudo o que aconteceu e de tudo o que seu Secretário disse, define com clareza de que lado ele está.