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Editor:
Cláudio Osti

Dia tumultuado. Moro deixa o Podemos e abre mão da candidatura à presidência

5 comentários

Além de mudar de partido, deixou o Podemos e ingressou no União Brasil, ex-juiz e ministro de Bolsonaro, abre mão de candidatura à presidência e ainda trocou o domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo.
Ele deve disputar uma vaga na Câmara Federal.
Dia tumultuado. Moro deixa o Podemos e abre mão da candidatura à presidência

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  • Ainda acho que Moro está blefando.
    É jogada de marketing político.
    Percebeu que o União Brasil tem mais grana que o Podemos.
    Vai tentar se viabilizar sim.
    Foi para o Centrão II.
    Mudou de endereço, porque em São Paulo a projeção de seu nome é maior.
    Dá vontade de escrever aquela Carta que o povo de Alagoas escreveu para o jornal sobre a candidatura do Collor, rechaçando o Collor, denunciando quem era o Collor. Eu tenho cópia dessa Carta.

  • Se não me engano, foi aqui no blog que li que o candidato Moro recebia salário do Podemos para tocar sua campanha de pré-candidato. Se essa informação for correta, pergunto se Moro vai devolver o dinheiro ao Podemos já que abandonou o partido que o financiava. Além desse salário, o Podemos deve ter tido muitas outras despesas com o pré-candidato. Afinal de contas, Moro vivia pra baixo e pra cima fazendo campanha e isso não sai barato. Será que Moro vai indenizar o Podemos ou ele aplicou o golpe do baú no Podemos?

  • Moro escreveu em sua notinha que desistiu de ser candidato à presidência para “… facilitar as negociações das forças políticas de centro democrático em busca de uma candidatura presencial única”. Quá! Quá! Quá! Moro abraçou de vez o “centro democrático”, isto é, o Centrão! E negociação é a especialidade do Centrão.

  • Moro enrolou o senador Álvaro Dias durante quatro meses. Com o presidente do MBL, digo, do União Brasil o buraco é mais embaixo. Moro espertamente vai atrás de verbas de campanha do União Brasil. Mas Luciano Bivar não distribui dinheiro sem que ele também leve alguma vantagem. Moro não sabe mas ele é um refém do presidente do União Brasil.

  • Urubu Vermelho

    Depois de ser um picareta do judiciário e ministro picareta do Bolsonaro, Moro dá sinais seguros de que será um picareta da política. Em menos de meio ano, Moro já está indo para seu segundo partido. Isso prova que ele não tem projeto político, vai na onda dos interesses particulares. Quanto a dividir as preferências eleitorais, conforme pesquisas, dos brasileiros entre extremistas, é raciocínio de quem não sabe o feminino de cônjuge. Bolsonaro, a quem ele serviu durante um bom tempo, é extremista de direita assumido. Já dizer que Lula representa o outro extremo não passa de discurso falacioso. Lula foi presidente durante oito anos e, em nenhum momento, ameaçou a ordem democrática. Ao contrário, durante o governo petista, a democracia no país se fortaleceu.

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