Fundado em 2011, o Partido Novo coloca-se no espectro de partido liberal. E entre seus preceitos está a liberdade de expressão e respeito às instituições.
Para o público em geral, o Partido Novo cravou que ficaria neutro no segundo turno. No entanto, não mais do que no entanto, o partido suspendeu de seus quadros até o final da eleição o ex-presidente da sigla e ex-candidato à presidência João Amoedo. O crime dele foi ter sido se expressar. Declarou João Amoedo que votará no candidato Lula. Como o voto é individual, usou de seu direito à expressão apesar de que, pelo óbvio, ideologicamente o PT e o Novo não bebem da mesma água ideológica.
Por outro lado, líderes do Novo, como o governador de Minas, Romeu Zema declara apoio a Bolsonaro e está trabalhando para ele. Logo o candidato que mais tem desrespeitado e atacado com virulência as instituições brasileiras, colocando em risco a democracia. Mas respeitar as instituições e defender a democracia não são preceitos do Novo?
Pelo que se vê, o que o Novo escreve no papel, não é para se levar em conta.














