Admissão de culpa da Odebrecht. Só pra relembrar

De o Sul

Voltou a circular o comunicado da empreiteira Odebrecht, atual Novonor, à época que fechou o acordo de leniência pelos crimes identificados pela operação Lava Jato. Começa com “Desculpe, a Odebrecht errou”…

Conivência

“O que mais importa é que reconhecemos nosso envolvimento, fomos coniventes com tais práticas [impróprias] e não as combatemos como deveríamos”, dizia a nota oficial da Odebrecht de dezembro de 2016.

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Um comentário

  1. Campos

    Uma grande empresa nacional colocada de joelhos por um juiz parcial que virou ministro da Justiça do maior beneficiário do Lula preso e, nas últimas eleições, cabo eleitoral do ladrão de joias. O serviço do Moro e sua gangue no MPF foi completo: derrocada financeira da empresa e milhares de empregos destruídos. A concorrência internacional no setor agradece. Moro e Dallagnol nunca mais serão esquecidos, estarão sempre no lado podre da história.

    1. Traíragem

      Ele chegou a Brasília em 1995, na época em que o governo Fernando Henrique Cardoso tinha ampla maioria no Congresso para aprovar os projetos de reforma do s Estado e de abertura da economia. Sem votos para enfrentar as reformas no plenário, restou ao PT apelar para o STF: foram 27 ações diretas de inconstitucionalidade em dois anos. “Nunca me restringi a escrever petições: pedia audiência aos ministros, entregava memoriais, acreditava sinceramente no Judiciário”, diz Toffoli. Era uma atitude pouco comum na esquerda, que costumava tratar o Judiciário como uma extensão do poder político, de onde nada se deveria esperar. “Conseguimos sete liminares para suspender decisões do Congresso, o que não é pouco”, afirma.
      Foi nesse período que Toffoli despertou a atenção da cúpula do PT, até ser destacado para defender o candidato Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 1998. Recebeu pelo trabalho R$ 60 mil. A campanha de 2002, a primeira feita pelo PT em moldes “profissionais”, rendeu R$ 100 mil. Chefe da campanha, José Dirceu levou Toffoli para a estratégica subchefia de Assuntos Jurídicos. Toffoli participou da elaboração de tantos projetos do governo que se tornou capaz de redigir uma medida provisória inteirinha enquanto participava de reuniões ministeriais. Quando José Dirceu foi substituído por Dilma Rousseff na crise do mensalão, Toffoli preferiu sair do governo e reabrir o escritório de advocacia. Foi ali que Lula o convocou mais uma vez, em 2006, para ser advogado na campanha da reeleição. Desta vez, por R$ 1 milhão. Em 2007, foi o primeiro nome anunciado na equipe do segundo governo, como chefe da AGU.

      https://anpprev.org.br/noticia/o-advogado-de-r-255-bilhoes

  2. Genildo

    Sempre haverá aqueles comunopetistas que continuarão a jurar que a culpa é do Moro e do Dallagnol……..

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