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Cláudio Osti

Boca Aberta é condenado pela Justiça Eleitoral por crimes como falsificação de documento e uso de documento falso

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Informa o jornalista Marcos Garrido, da CBN Londrina, que o ex-deputado federal Emerson Petriv, mais conhecido como Boca Aberta, foi condenado a 4 anos de prisão pela Justiça Eleitoral. A pena é para os crimes de falsificação de documento particular e uso de documento falso para fins eleitorais.

No primeiro caso, o juiz destacou os maus antecedentes do réu, com “extenso histórico criminal e ao menos uma condenação transitada em julgado” e a reincidência dele, e condenou Emerson Petriv à pena de um ano, seis meses e 20 dias de prisão, além do pagamento de quatro dias-multa.

Para o crime de uso de documento falso, o juiz, mais uma vez, ressaltou os antecedentes de Boca Aberta e definiu a pena em dois anos, onze meses e 11 dias de reclusão, além do pagamento de sete dias-multa.

Na decisão, o magistrado citou ainda o fato de Boca Aberta ter sido deputado federal e sua “razóável condição financeira” e arbitrou o valor do dia-multa em um salário mínimo, com valores atualizados. O magistrado estabeleceu ainda o regime inicial fechado para a pena e também condenou Emerson Petriv ao pagamento das despesas processuais.

O juiz afirma ainda que todos os elementos destacados no processo comprovam, sem sombra de dúvidas, que o réu praticou os crimes de falsificação de documento particular para fins eleitorais e fez uso deles junto à Justiça Eleitoral. As provas, ainda de acordo com o magistrado, são robustas e demonstram a existência das infrações penais.

A vítima da falsificação das assinaturas foi o ex-vereador José Roque Neto, que na época era presidente da Comissão Provisória do Partido da República em Londrina, que confirmou à Polícia Civil que, tanto o pedido de cancelamento de inscrição partidária de Boca Aberta, quanto a carta informando sobre o pedido, eram falsos e que a assinatura dele teria sido escaneada.

O juiz também descartou a ausência de dolo, alegada pela defesa de Boca Aberta, e disse que ele agiu com consciência e vontade. E afirmou ainda que o réu teria dito que recebeu os documentos por email da assessoria de José Roque Neto, mas não apresentou cópia da mensagem, nem indicou o endereço eletrônico.

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3 comentários

  • Carlos Marques

    Mais um aliado do Bolsonaro, o milionário das pedras preciosas e do Rolex cravejado de diamantes, caindo em desgraça, ou melhor, se ferrando na Justiça. Por isso queriam uma ditadura militar. Para se safarem dos crimes cometidos.

    • Oi? Não entendi……..

      • Como o senhor vai entender uma montagem fotográfica? Difícil né? Quá! Quá! Quá! Bote seu pijama e vá tomar seu chazinho de camomila. Perdeu, mané. Quá! Quá! Quá!

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