do Fernando Tupan
Os presidentes municipais do PT (Ângelo Vanhoni) e Honivan Oliveira (PCdoB) e do PSOL (Peterson Pereira representando a presidente) já escolheram um adversário comum para a eleição de 2020: o prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM).
Em declaração conjunta, justificam os motivos: descaso para os riscos que ameaçam a população, liberando ônibus para circularem lotados, sem as normas elementares de proteção aos usuários; destinação de recursos públicos para os empresários do transporte coletivo e a liberação de serviços não essenciais, criando condições para a propagação do coronavírus no período de frio intenso.
O PT, o PSOL e o PCdoB consideram que cabe à esquerda denunciar essas políticas que não colocam em primeiro lugar a defesa da vida e cobrar providências, apresentar propostas concretas e levar esse debate para o cidadão curitibano.
















3 comentários
Munícipe
Por acaso, este bem informado blog, sabe dizer se boatos sobre o fechamento de grandes e antigas empresas que são parte da história de Londrina vão encerrar atividade? Essa triste notícia séria verdade ou fake news?
Anubian
Seria digno de nota se os três NÃO tivessem um adversário em comum. Pra todos os efeitos, o PSOL e o PCdoB são apêndices do PT. Os dois só servem de escadinha pro PT, providenciando vice ou então usando seu horário eleitoral pra atacar seja lá qual for o adversário mor do PT, e nos debates, atacar o alvo do PT ou então “levantar a bola” fazendo perguntas ao candidato do PT que são nada mais do que oportunidades pro candidato fazer algum discurso eleitoreiro.
Satanás
Prezadíssimo Anubian, isso que você acabou de descobrir, em raro momento de explosão de raciocínio, é comum na política. O mesmo acontece, por exemplo, com o Bolsonaro candidato à reeleição. Os partidos do Centrão (você conhece bem eles, não há necessidade de declinar seus nomes, vários estão nas listas dos partidos mais corruptos do Brasil) e outros da mesma estirpe que apoiarem o candidato Bolsonaro só servirão de escada para o líder da extrema-direita do país. Pelo menos os partidos que servirão de puxadinho do chefe miliciano não precisarão ajudá-lo nos debates: ele foge deles, prefere só falar para sua raivosa claque.