Manter a mesma, inovar, ou escolher quem já foi, o dilema do eleitor de Mandaguari para 2024

A disputa pela Prefeitura de Mandaguari está bastante aberta, neste finalzinho de 2023.

O que se sabe é que a atual prefeita, Ivoneia Furtado (Cidadania), é candidata à reeleição, mas três ex-prefeitos são cotados para voltar à ativa: Ari Stroher (prefeito que teve o registro de candidatura cassado em 2004), Cyllêneo Pessoa Pereira Jr, Cileninho (prefeito por dois mandatos), e Romualdo Batista, Batistão (também prefeito por dois mandatos).
Além dos nomes já bastante conhecidos pelo eleitor mandaguariense, integrantes do legislativo municipal despontam como possíveis alternativas ao eleitor, como o atual presidente da Câmara, Alécio Bento da Silva Filho (PSD), e do vice, Sidney da Silva – Chiquinho (PSD). Alécio levou a Câmara de Mandaguari à liderança no Paraná em transparência, segundo o Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR). Um resultado muito acima das câmaras municipais da região, como Marialva, que ficou na 282ª colocação, e das maiores cidades do Paraná, como Londrina, na 171ª colocação, e Curitiba, na 42ª posição do ranking do TCE-PR. No mesmo ranking, a Prefeitura de Mandaguari ficou na 89ª colocação.
Já o vereador Chiquinho projetou Mandaguari nacionalmente. A cidade se tornou pioneira no sul do Brasil recentemente ao disponibilizar o tratamento de pessoas portadoras de Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou epilepsia refratária pelo SUS com medicamentos à base de canabidiol e tetrahidrocanabidiol. A iniciativa partiu de projeto de lei do vereador Chiquinho ao acolher os pedidos de mães de crianças com autismo e que não estavam conseguindo pagar o tratamento no particular. Vereador também vem atuando para trazer recursos a Mandaguari por meio de articulações com parlamentares em nível estadual e federal.

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