Municípios reclamam que falta inseticida para combater a dengue e a situação deve se agravar

Os números de vítimas da dengue não param de crescer no Paraná. De acordo com boletim semanal das arboviroses divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) na terça-feira (14), o Paraná atingiu 6.851 casos de dengue, distribuídos por 253 municípios. Os números referem-se ao atual período sazonal, iniciado em 1º de agosto de 2022. O informe desta terça registra 1.284 novos casos no Paraná e contabiliza 14.738 em investigação, além de 63.596 notificações. O documento não traz novos óbitos, mantendo seis mortes por dengue no Estado.

O pior é que o fornecimento do inseticida Cielo, utilizado para bloqueios de casos suspeitos e positivos de dengue e outras arboviroses, está suspenso pelo Ministério da Saúde. Muitos municípios do Estado estão sem o produto para a pulverização.

A aquisição e distribuição deste produto é de exclusividade do Governo Federal, sendo que Estados e Municípios são por força de Lei, proibidos de realizarem a compra deste insumo.

Se o governo federal não agilizar a aquisição e distribuição a tendência é que a situação piore ainda mais.

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3 Comments

  1. Genildo

    Esquece esse negócio de dengue gente, o que importa é que o amor venceu.
    Hoje não temos mais o negacionismo de outrora…….

  2. Parabéns

    Aerosol e Cloroquina

    Na Rádio Cultura, Chico Brasileiro disse ainda que o fumacê não tem mais o efeito esperado contra o moquista Aedes aegypti, transmissor da dengue. Brasileiro que o efeito hoje de inseticida é igual a cloroquina contra a covid, ou seja, sem resultado algum. O inseticida foi usado pelo ex-prefeito Paulo Macd Donal e a cloroquina foi patrocinada por um grupo de empresários ligados à Acifi.

    https://gdia.com.br/opiniao/palavra-livre-92/

  3. Campos

    Desculpa esfarrapada de gestor incompetente. A proibição do fumacê foi decidida pelo Ministério da Saúde lá no início de 2018. Mesmo o lixo do Ministério da Saúde nos anos tenebrosos do Bolsonaro orientava que o uso do fumacê fosse feito com parcimônia. Todo mundo que não é estúpido sabe que não existem venenos tão seletivos. O mesmo veneno que mata alguns mosquitos da dengue também mata abelhas, por exemplo. Esses gestores municipais deveriam,, em vez de ficar arrumando desculpas esfarrapadas para o aumento de casos da dengue em suas localidades, poderiam efetivamente combater focos de acúmulo de água, por exemplo. Aposto que esses gestores que estão querendo transferir responsabilidades para o atual Ministério da Saúde são grandes incentivadores do golpismo que teve seu ápice no ataque às sedes dos três poderes em 8 de janeiro.

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