O dilema de Filipe Barros, consolidar a carreira ou virar espuma

Na última eleição geral, o PL – partido em que está filiado o autoexilado Jair Bolsonaro, conquistou 99 cadeiras na Câmara Federal.

Mas, para não virar mais uma barriga de aluguel, como já foi o PSL quando também fez uma grande bancada impulsionado pelo eleição de Bolsonaro, o PL quer se fortalecer na base.

E, para isso, precisa eleger prefeitos. A ideia dos comandantes do PL é eleger mil prefeitos. Quase 1 em cada cinco municípios brasileiros – o País tem 5.570 cidades.

No Paraná, o nome do partido é Filipe Barros, eleito com 249 mil votos, sendo 62 mil em Londrina e 44 mil em Curitiba.

Barros, que refugou a candidatura a prefeito na última eleição municipal e chegou a ameaçar ser candidato ao governo do Paraná em 2022, estuda a melhor estratégia para 2024. Na mesa está a candidatura a prefeito de Londrina. Mas será?

Em seu segundo mandato já percebeu que não pode ser apenas mais uma “peça do enxoval de Bolsonaro”.

Ou ele se consolida como um político com luz própria ou corre o risco de ser apenas mais um que em algum momento surfou em uma ou duas ondas políticas, antes de virar só espuma.

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Um comentário

  1. Antonio

    Vai virar espuma, sendo atropelado pela marola bolsonarista.

    Não tem peito para exercer cargos no executivo.

    1. Até quando Belinati?

      Tem futuro.
      Já atropelou até o Belinati

  2. Diego

    Muito mal assessorado.

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