Pobre não tem vez

Está rolando a ExpoIngá.

E tanto lá, como na ExpoLondrina, a gritaria é a mesma. Exploração absurda nos preços dos produtos comercializados.

Convenhamos. As direções das duas entidades seguramente devem acreditar que a população brasileira tem padrão salarial europeu ou norte-americano, ganhando em Euro ou Dólar.

Seria interessante alguém lembrá-los que o Brasil tem um dos mais baixos salários mínimos do mundo, cerca de 2,2 dólares a hora. Para um comparativo na América do Sul, o Chile para 3,3 dólares a hora e a Colombia 2,9 dólares.

O agronegócio é rico, mas a população é pobre.

Os valores praticados tanto na ExpoLondrina como na ExpoIngá, são extorsivos.

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Um comentário

  1. marcos tolomeu

    Meu pai tem um ditado que diz, DO CORO SAI A CORREIA, alguém tem que pagar a conta do valor aportado pela AMBEV, para ter exclusividade na exposição, e com certeza quem paga a conta somos nós os povo, e como dizem por aí, que a exposição é onde os pobres pagam, pra ver a ostentação dos ricos.

  2. Anubian

    Haha, isso me lmebra os preços daqueles postos de beira de estrada que os ônibus interestaduais param… em Bauru tem um Graal em que uma lata de Coca é 10 reais.

  3. Campos

    É um exemplo de como o pobre que vai a essas exposições é explorado: ele deixa nelas seu dinheirinho suado para que os donos delas ganhem ainda mais dinheiro. Por isso que não piso nessas exposições há muitos anos.

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