Reajuste solicitado pelos servidores impactaria em quase 1 bilhão, disse o governador

foto Agência Estadual de Notícias

Disse o governador em sua passagem por Londrina:

“Estamos fazendo esforços, cortando mordomias, para construir um projeto que permita, daqui a alguns meses ou no ano que vem, dar reajuste aos funcionários. Minha função como governador é cuidar do equilíbrio e garantir saúde financeira ao Estado”.

“Podemos até pensar em reajuste, mas seria necessário aumentar impostos. E precisamos perguntar para a sociedade se quer aumento de imposto para dar reajuste para servidor”

“Essa é uma discussão complexa. Entendo o trabalho dos servidores como árduo e importante. Mas temos de reconhecer que o Paraná está pagando o salário em dia. Há muitos estados com dificuldades de pagar até mesmo os aposentados e nós já estamos trabalhando para que o décimo terceiro esteja na conta já no início de dezembro. Tem que haver clareza de que há esforço do governo para ter as contas em dia”.

“Minha obrigação como governador é não deixar o Paraná entrar nesta situação, que infelizmente acontece com estados nossos irmãos e que torcemos para que superem logo.”

“Não existe a possibilidade de reajuste, porque representaria quase R$ 1 bilhão a mais de gastos. Temos que trabalhar com a realidade. Isso exigiri aumento de arrecadação e a população já paga muito imposto”.

6 comentários em “Reajuste solicitado pelos servidores impactaria em quase 1 bilhão, disse o governador

  • 21/06/2019, 11:53 em 11:53
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    Pra começo de conversa não acredito em ninguém que agasalha o apelido de Ratinho… Mas é interessante observar a visão do chefe da família do governador na hora de encarar a falta (ou má aplicação) de dinheiro nos cofres públicos. A escassez de dinheiro no governo federal não impediu o pai do governador de abiscoitar quase R$ 300 mil (conforme divulgado fartamente pela imprensa) pra defender a previdência da dupla Bolsonaro & Guedes e, de resto, o próprio governo fascista. De qualquer maneira, será interessante os barnabés estaduais analisarem a arrecadação do Estado nos últimos anos.

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  • 21/06/2019, 13:02 em 13:02
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    Funcionário público tem que dar sua parcela de contribuição , se escondem atrás da estabilidade de emprego pra querer tocar no terror e exigirem aumentos que ninguém tem . Ratinho também tem que comecar a pensar em privatizações , principalmente da tal UEL…

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  • 21/06/2019, 16:20 em 16:20
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    Senhor André, não sei se lhe falta conhecimento ou caráter, todavia vou partir do pressuposto que a questão é mesmo de caráter já que nos dias de hoje, com o advento da internet, é muito fácil obter informações de qualidade e de forma imparcial. O funcionalismo não busca aumento salarial e sim a reposição inflacionária dos últimos 4 anos, aquela mesma reposição inflacionaria que o salário mínimo sofre anualmente e que os trabalhadores reclamam ser pouco, agora imagine o senhor aqueles que não tem esse direito respeitado por quem tem obrigação de dar exemplo e cumprir a lei. O servidor publico ganha mais que o trabalhador da iniciativa privada sim mas não tem outras “vantagens” que os demais tem o que os obriga a usar parte desse “dinheiro a mais” e aplicar a fim de obterem um futuro mais tranqüilo, o trabalhador da iniciativa privada poderia até ganhar mais, mas esse valor ele prefere deixar sob custódia do governo em forma de um fundo chamado FGTS. Meu senhor, se o senhor prefere deixar seu dinheiro ser administrado por pessoas que o senhor não conhece sugiro-vos, salvo melhor entendimento, que procure um curso de educação financeira.
    Uma pessoa que quando Deputado defendia a reposição salarial do funcionalismo e 6 meses depois, já como Governador, diz que não vai pagar faz jus a sua alcunha de RATO. 1 Bilhão de reais seria o impacto mas se o senhor acompanhar os atos do Governo veras que semanalmente, valores exorbitantes são liberados a pequenas prefeituras para construção de praças, quadras de esportes e outras obras que geram muito pouco a sociedade. Então senhor André, a próxima vez que o senhor precisar de atendimento médico, o atendimento de uma viatura policial ou dos bombeiros, ou ainda de qualquer outro serviço público tenha em mente que os gastos gerados pelo seu atendimento estão sendo pagos pelo achatamento salarial do funcionalismo e não pelo governo do Estado, o dinheiro do seu imposto não esta lhe retornando, ele esta indo para aquele prefeito daquela cidadezinha que vai conseguir votos ao Governador em troca de uma fotografia ao lado dele.

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  • 21/06/2019, 17:40 em 17:40
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    Vá digerindo aí Sr. André……

    Ao contrário do que afirma o Exmo. Governador, apenas os salários do Poder Judiciário, Tribunal de
    Contas, ALEP e Ministério Público estão em dia. Os servidores do Executivo, sem a reposição da inflação
    dos anos anteriores, estão com dois meses salários atrasados.
    O Governador nunca participou de nenhuma reunião com os representantes dos servidores, por isso
    confunde reposição da inflação com reajustes. Eu desafio o Exmo. Sr. Governador a apresentar uma única
    fala ou documento firmado pelos líderes dos servidores que aborde aumentos de impostos. Com isso, o
    Chefe do Executivo demonstra que mesmo conduzindo um governo confuso, sequer leu o teor do Plano
    Orientador Nacional – Planejamento Estratégico das Polícias Judiciárias que busca, justamente, alcançar o
    nível de excelência em segurança pública sem onerar o contribuinte, estratégia extensiva à saúde e
    educação.
    Nas reuniões com técnicos do governo, o economista Cid Cordeiro demonstrou de forma consistente
    que há condições para honrar este direito constitucional dos Servidores do Executivo. Nunca falamos em
    aumentos de impostos, mesmo porque, caso o Governador não saiba, também somos contribuintes. O que
    temos pedido insistentemente ao longo dos anos e ao Governador atual é que faça a correção imediata das
    inconstitucionalidades dos repasses ao Ministério Público, Tribunal de Contas e demais poderes. O
    governador deu um pequenino passo neste sentido, mas pressionado por “togas ocultas”, aparentemente
    perdeu a coragem para seguir adiante. A medida é ínfima diante do montante da ilegalidade.
    O caminho para evitar a crise que assolou os demais Estados não é violar direitos do servidor,
    extorquir o contribuinte ou desestruturar serviços públicos essenciais. É necessário corrigir as ilegalidades
    já apontadas, exigir dos demais poderes e Ministério Público a devolução dos valores desviados pela
    corrupção jurídica, com incidência de juros e correção monetária. Resgatar o princípio de unidade da
    tesouraria com a apreensão dos valores, extinção dos fundos do MP e Judiciário e, por fim, instauração de
    uma investigação sobre como tais valores foram gastos ao longo de todos esses anos.
    Professores e servidores da saúde, que atendem a parcela da sociedade mais vulnerável
    economicamente, lutam para prestar um trabalho de qualidade sem contar com as condições mínimas de
    estrutura com o objetivo de “economizar” para o Estado. Enquanto isso, desembargadores se refestelam no
    café da tarde com frutas com pedúnculos e sem manchas ao custo de R$300 mil reais, já os promotores de
    justiça se divertem nos corredores do mais novo palacete da “justiça”, um verdadeiro “bordel” de luxo, um
    monumento ao desperdício de verbas públicas.
    Nossos Policiais com cargas horárias desumanas e armas obsoletas sangram nas ruas, usando
    viaturas sem nenhum nível de blindagem, e se desdobram para apreender veículos e aeronaves de
    organizações criminosas para uso em benefício da sociedade, a fim de “economizar ” para o Estado.
    Enquanto isso, o Ministério Público, fiscal da lei, “come” 10 (dez) helicópteros equipados para resgates de
    vítimas e operações policiais, ao pagar 37 milhões de auxílio alimentação retroativo.
    É hora de dar um basta na corrupção jurídica. Qualquer gestor público que porventura tenha
    pendências com a “justiça” e queira adquirir o “kit bom relacionamento” que o faça com seus próprios
    recursos, mas não com dinheiro do contribuinte ou com o sacrifício dos direitos dos servidores públicos do
    Executivo.
    O governador, ao mesmo tempo que despreza e viola os direitos básicos dos servidores do
    Executivo, procura manter tudo como está para atender aos caprichos dos integrantes do Tribunal de contas,
    do Judiciário e do Ministério Público. Para a sociedade, a greve destas categorias teria o mesmo efeito de
    uma greve de astrólogos.
    Conscientes do elevado valor social de nossas atividades como Policiais, Agentes Penitenciários,
    Professores e Profissionais da saúde, tentamos de tudo ao longo destes meses para evitar atingir este ponto
    crítico. Contudo, apesar do desrespeito do governador com suas falas desconexas e não verdadeiras,
    prosseguiremos com nosso objetivo de promover a busca da excelência em segurança pública, saúde e
    educação.
    Servidores do poder executivo não são de categoria inferior aos servidores dos demais poderes.
    Merecemos respeito e exigimos que o governador promova os embates públicos com argumentos
    verdadeiros, sem usar artifícios para iludir a sociedade.
    A coragem que sobra para usar a imprensa para proferir inverdades contra os integrantes das Forças
    de Segurança, Professores e Profissionais da Saúde, é a mesma que falta para enfrentar as mazelas dos
    adeptos da corrupção jurídica. Portanto, se falta coragem ao Governador, promoveremos os embates e
    enfrentamentos necessários em defesa de nossos direitos e em defesa dos direitos dos contribuintes.
    Curitiba, 21 de junho de 2019.
    Marques – Claudio MARQUES Rolin e Silva
    Delegado de Polícia
    Presidente do SIDEPOL/PR; Coordenador Geral de Ações da C.D.H. Irmãos Naves.

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  • 22/06/2019, 13:12 em 13:12
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    Este Rato deu emprego para vários amigos dele no governo. E até agora não deu uma resposta sequer com relação a tentativa de aumento de mais de 12% da Sanepar. É político de um só mandato. Vai dançar bonito.

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  • 24/06/2019, 10:26 em 10:26
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    Governador faz piada com a gente, somente os inteligentes aqui do Estado, para acabar com a corrupção através de uma Lei, devia era evitar que os corruptos já reconhecidos , fossem nomeados em cargos de confiança do governo, é a nova política prometida na campanha, que ridículo , este governo não tem projeto, não tem pessoas qualificadas para administrar, somente empresários acostumados com as tetas para mamar, e o governador que o Pai comprou o cargo, não sabe o que fazer,coitado do povo paranaense que vai pagar a conta de novo.Inclusive governador há mais de 2.000 anos, o filho de Deus, já nos ensinava não roubarás.

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