Registro de novas armas cresce 205% no semestre

O número de registros de novas armas de fogo concedidos pela Polícia Federal explodiu em todo o país no primeiro semestre de 2020. É o que mostra o repórter Gil Alessi de El País, que analisou os registros da PF para emissão da chamada posse de arma.

Quando comparados os primeiros seis meses deste ano com o mesmo período do ano passado, houve um aumento de 205% no total de novos registros emitidos. Especialistas atribuem o expressivo crescimento, detalhado Estado por Estado, a portarias e decretos assinados pelo presidente Jair Bolsonaro para facilitar o acesso às armas, umas de suas bandeiras de campanha. O primeiro semestre também foi marcado por uma alta nos homicídios —os números preocupam e chamam a atenção por ocorrerem após queda histórica dos homicídios em 2019.

5 thoughts on “Registro de novas armas cresce 205% no semestre

  • 28/07/2020, 10:52 em 10:52
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    É a direita se armando!

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    • 28/07/2020, 12:27 em 12:27
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      Sim, Décio. Mais um poder. A elite já possue o poder econômico, ideológico e político. Agora estão armando a extrema-direita e o pobre que vota na direita. Presente e futuro perigoso. Triste.

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    • 28/07/2020, 14:42 em 14:42
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      Quaquaquaqua. Direita foi boa. Não existe direita, mas sim um bando de trambiqueiros atrás de uma teta para mamar. A briga de direita ou esquerda é mero pano de fundo. Trairagem é o lema deles. Bebbiano que o diga. Celso Daniel é fichinha para a quadrilha do Jair.

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  • 28/07/2020, 14:12 em 14:12
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    Os homens e mulheres de família se armando ,biblia debaixo do braço e fuzil a tiracolo,é a nova cruzada da Fé,e os milionários” pastores” olham lá de cima pela janela de suas aeronaves seu “gado” aqui em baixo se fudendo. Bem Feito para esses jumentos,alguem lhes deu vida e eles fodem com ela e com a dos outros.

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  • 29/07/2020, 13:37 em 13:37
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    Vamos comparar números!? A própria reportagem do El País se contradiz. Se os citados “especialistas” estivessem certos que: para cada 1% aumento de aumento em armas, haveria 2% de aumento em mortes, as mortes violentas teriam saltado em 410% (205% x 2), e não os 7% citados na reportagem.

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