A conta que não fecha

Do Goela de Ouro/Zé Beto

Na reunião do Conselho Deliberativo do Coritiba, que aconteceu na segunda-feira, a maior crise gerada não foi a Zona de Rebaixamento do Campeonato Brasileiro, mas a diferença de R$ 200 mil que foi auditada na compra de um jogador. Diante das cobranças dos conselheiros, o esclarecimento veio: o dinheiro foi utilizado na campanha de Ricardo Gomyde à presidência da Federação Paranaense de Futebol. Pela insatisfação geral e irrestrita, que virou balbúrdia, o presidente Rogério Bacelar sacou o talonário de cheques e fez oito de 25 mil reais para serem descontados mensalmente, como devolução da diferença encontrada. Os conselheiros retrucaram: “Mas e a correção? Como é que se paga em parcelas a diferença de meses atrás e sem a correção monetária?” Daí um aliado afirmou – “Mas o gasto de 200 mil foi pouco em relação ao Mario Celso Petraglia que deu 600 mil reais para a campanha”, revelando o montante que o Atlético teria doado para Gomyde.

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