A velha política de sempre, e não é nem com roupa nova

O prazo para se criar um partido agora e disputar as próximas eleições é exíguo. É preciso coletar cerca de 500 mil assinaturas em pelo menos 9 estados até o início de abril.

E os adversários estão entendendo que a nova proposta polêmica de Bolsonaro, de subsidiar a conta de energia elétrica de igrejas, está por trás da pressa com as assinaturas.

Líderes do Centrão dizem que igrejas evangélicas estão trabalhando para coletar assinaturas e viabilizar o Aliança pelo Brasil.

 

5 comentários em “A velha política de sempre, e não é nem com roupa nova

  • 13/01/2020, 15:55 em 15:55
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    Cinismo é a cara deles…

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  • 13/01/2020, 20:06 em 20:06
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    Que essas igrejas que vão funcionar como comitês do partido do Bolsonaro não venham no futuro reclamar que não estão sendo tratadas como igrejas, porque verdadeiras igrejas não são.

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  • 13/01/2020, 22:34 em 22:34
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    Bolsonaro não vai comandar um partido, vai comandar uma seita. Não vai faltar apoio dos evangélicos (que receberão seu galardão aqui na terra mesmo) e das corporações militares (que já receberam seu galardão em forma de aumento salarial e aposentadoria especial). Também não vai faltar grana. Um seleto grupo de empresários tinha oferecido a doação de 1,5 milhão de assinaturas eletrônicas se a Justiça Eleitoral tivesse aceitado essas assinaturas na montagem do partido, digo, da seita do Bolsonaro. Cada assinatura eletrônica pode custar até R$ 300!!! E o dono da Havan também já está engajado na fundação da Aliança do Atraso. Com certeza, cada loja Havan vai virar um comitê eleitoral do Bolsonaro também.

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  • 14/01/2020, 13:01 em 13:01
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    Acho que se montarem um posto de coleta de assinatura aqui em Londrina capaz de angariar um bom apoio.

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    • 14/01/2020, 20:11 em 20:11
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      Com tanta igreja evangélica neopentecostal nascendo na cidade como joio no meio de trigo desprotegido, com certeza, sim. Aliás, nem é preciso montar posto de coleta de assinatura, isso pode ser feito depois dos cultos sob o comando de bispos e pastores reacionários que estão de olho no subsídio da energia elétrica a ser concedido pela dupla Bolsonaro & P. Guedes.

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