Em 6 de outubro o ex presidente da Sercomtel, o agrônomo Luiz Carlos Adati que saiu 3 dias depois, por recomendação do Ministério Público Estadual por desacordo com a lei federal 13.303 de 2016, assinou a resolução 119/2017 e publicada no jornal oficial de Londrina, no dia 11, que determinava sanções a contrato da empresa – “1. Determinar que seja realizada uma auditoria interna em relação à execução do contrato de recargas virtuais, firmado com a empresa Tendência Informações e Sistemas Ltda., com fundamento na Cláusula Décima Segunda do respectivo contrato; 2. Determinar, também, que os trabalhos da auditoria sejam extensivos à execução dos demais contratos firmados pela empresa, para vendas através de recargas virtuais, com a finalidade de certificar que não estão ocorrendo situações similares ao fato ocorrido com a empresa Tendência Informações e Sistemas Ltda., conforme apontamentos realizados no relatório da Comissão de Sindicância”.
Acontece que a mesma Coordenadoria de Gestão de Riscos e Compliance da Sercomtel está diante de um acordo de confidencialidade feito por Luiz Carlos com a empresa paulista B.O.Brazil em que seu filho Luiz Augusto Taki Adati tem assento como ‘M&A Analyst’ e é sócio de duas empresas de estacionamento do grupo familiar. A Sercomtel celebrou com a B.O.Brazil (http://bobrazil.com/site) acordo de confidencialidade para o desenvolvimento conjunto de aplicativos. Os problemas apontados são que os objetivos sociais da B.O. Brazil estão relacionados ao assessoramento junto ao mercado financeiro, em especial, fusões e aquisições. Os trabalhos entre as empresas já estão em desenvolvimento. E agora o atual Presidente da Sercomtel, Hans Muller, tomou conhecimento da situação pelo Compliance da empresa, que indicou a possibilidade de conflito de interesses. Espera-se para breve a decisão do aposentado sercomteliano Müller sobre se o acordo comercial continuará valendo ou não.















3 comentários
Enganado mil vezes
PQP é uma atrás da outra. Todo presidente apronta alguma.parece um karma!
Bila voltou para assombrar
Cadê o MP?
Casemiro Brandão
Não sei não.
Algo me diz que o Ministério Público Estadual deveria estender uma investigação neste assunto.