Águas do Periquito

Então o loteador pega um antigo sítio perto da região do Limoeiro, em Londrina, divide em 155 lotes e começa a vender em 2007 com uma cláusula que dispõe que em até um ano (seria 2008?) ele providenciará a energia elétrica e água no local. E continua vendendo com a mesma condição, ali perto da cabeceira do Aeroporto de Londrina. Nada de água (os moradores tem que perfurar um poço e o ‘dono’ do local faz a caixa d’água) e energia elétrica da COPEL. Aí cansados os moradores procuram a promotora Solange Vicentin para uma solução neste caos. E até agora nada de responsabilizarem ninguém dos administradores municipais que liberaram a comercialização de lotes (gestão Nedson Micheletti, Padre Roque e Homero Barbosa Neto), nada de transformar o loteador em ‘imobiliarista inidôneo’? Nada de responsabilizá-lo? Assim é fácil ser ’empreendedor’ em Londrina.

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