Amigo

Do Estadão

O carregador de malas de dinheiro de Youssef também apontou o envolvimento do ex-ministro do governo Collor Pedro Paulo Leoni com o esquema de propinas. Ele disse ter ouvido do ex-chefe que Pedro Paulo “era muito amigo” de Collor e que chegou a levar três vezes dinheiro em uma empresa de água do ex-ministro em Itapema (SC). “Essas entregas envolviam valores altos. A última entrega foi no valor de R$ 380 mil.”

Um comentário em “Amigo

  • 05/01/2016, 12:00 em 12:00
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    Quem é de Londrina:
    http://www.conasa.com/default/default.asp

    http://www.diarinho.com.br/materias.cfm?caderno=25&materia=81907

    Olha –
    https://m.youtube.com/watch?v=o-hHyEGLvk0

    Mais –
    http://www.cartacapital.com.br/revista/865/ecos-da-201crepublica-das-alagoas201d-4740.html
    Na relação de notas fiscais frias, a apuração aponta que a FKV Materiais de Construção recebeu entre junho e dezembro de 2009 o valor de 5,2 milhões de reais. Parte do dinheiro foi paga pela Conasa Companhia Nacional, empresa de saneamento da qual PP é sócio. Segundo a investigação, a FKV pertenceria a Flávio Júnior de Carvalho, funcionário de Traboulsi encarregado da lavagem. Para acertar os detalhes das maracutaias, os encontros entre PP e o doleiro, de acordo com escutas telefônicas, aconteciam na empresa do ex-ministro localizada nos Jardins, em São Paulo.
    A PF destaca em seu relatório que PP realizou outros negócios na área previdenciária. Segundo os investigadores, entre as operações postas sob suspeita, consta uma na Fundação Copel, fundo de pensão patrocinado pela Companhia Paranaense de Energia. A fundação comprou debêntures, títulos privados, da Universidade Luterana do Brasil. A colocação dos papéis no mercado ficou por conta da Unitas DTVM, corretora que tem parte do capital nas mãos da Global Bank Participações, empresa de PP.

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