Calendário escolar virou uma bagunça. Foram perdidos 74 dias de aulas considerando as duas greves

Como estava na cara, na briga entre os professores e o governador do Paraná, Beto Richa, quem mais saiu prejudicado foram os alunos da rede pública de ensino.

No início da tarde de hoje a Secretária de Educação do Paraná, Ana Seres, deu a péssima notícia: disse que, na prática, em razão da greve, cada escola terá um novo calendário definido, mas que pelo menos metade das mais de 2,1 mil unidades do estado só terminarão o ano letivo no ano que vem. Ainda segundo a secretária, a reposição das aulas – até o momento 74 dias letivos foram perdidos nas duas fases da greve da rede básica de ensino do Paraná – deverão comprometer não só as férias de julho e dezembro de 2015, como também comer parte das férias de julho de 2016.

A greve, além de bagunçar todo o calendário escolar, atrapalhou a vida dos alunos que querem prestar vestibular no Paraná e em outros estados, fora outros problemas que vão demorar pra serem resolvidos.

Um comentário em “Calendário escolar virou uma bagunça. Foram perdidos 74 dias de aulas considerando as duas greves

  • 09/06/2015, 17:07 em 17:07
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    Como assim virou uma bagunça? Generalizar dessa forma ainda fazer notícia persuasiva contra os professores não é legal Sr. Paçoca.
    Melhor se informar em detalhes antes de falar besteira!

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  • 09/06/2015, 19:40 em 19:40
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    Paçoca, como eu suspeitava voce anda aliviando o Governo Beto Richa, seus comentários estavam mornos com toda a situação, não só da greve como do envolvimento do primo de dos auditores , o que esta acontecendo com voce?

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    • 10/06/2015, 10:21 em 10:21
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      A imprensa em geral e muitos blogs curitibanos foram agraciados com algum que veio do caixa da previdencia,o sujeito vive de propaganda é um sabonetão bem embalado e a turma da imprensa não rasga dinheiro numa epoca de crise.

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  • 09/06/2015, 20:25 em 20:25
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    A libertação dos escravos no Brasil também virou bagunça. Os senhores de engenho não sabiam o que fazer com a repentina falta da mão de obra escrava. O advento da burguesia fez a economia feudal virar uma bagunça. Lutero e sua reforma também trouxeram uma bagunça nas relações de fiéis com a igreja católica. E assim por diante…

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  • 10/06/2015, 08:00 em 08:00
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    É sempre a mesma história “romantizada”. Toda vez que se fala qualquer coisa contra os professores é como se fosse blasfêmia. Quando se analisa o baixo nível educacional, nossos mestres culpam os governos, os pais, os alunos a falta de estrutura e outras coisa mais. Não assumem suas responsabilidades como parte fundamental deste processo de formação. Fazem uma greve irresponsável liderada por interesses políticos do PT/CUT/APP, prejudicam 1 milhão de estudantes, e ainda acham que está tudo bem. Já passou da hora do professor saber e entender que quem paga essa conta é a sociedade como um todo, e que nessa guerra política contra o Governo, os únicos prejudicados foram os alunos, aliás, são eles – alunos – razão da existência de professores e escolas, e não o contrário.

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  • 10/06/2015, 15:46 em 15:46
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    M. Fernandes, voce esta equivocado não é guerra politica mas sim contra o desgoverno do Beto Richa que quebrou o Paraná, envolvido em corrupção não tem projeto de governo, mentiroso,

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