Cambé e Maringá entre os alvos da PF em operação que visa desarticular comércio ilegal de diamantes de reserva indígena

Vilhena/RO – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (24/09) a denominada “Operação Crassa”, visando dar cumprimento a 53 (cinquenta e três) mandados de busca e apreensão em sete diferentes estados da federação e no Distrito Federal, todos expedidos pela 3ª Vara Criminal da Subseção Judiciária de Rondônia. Além das buscas, foi determinado pelo juízo o sequestro de bens imóveis. Cambé e Maringá estão entre as cidades que foram visitadas pela PF.

A investigação tem como objetivo desarticular organização criminosa dedicada à exploração e ao comércio ilegais de diamantes extraídos ilegalmente da Terra Indígena Roosevelt, em Rondônia.

O trabalho investigativo teve início em 2018, com a prisão em flagrante de três indivíduos em posse de diversas pedras de diamante, que haviam se deslocado de São Paulo a Rondônia para adquiri-las. Na ocasião, admitiram que os diamantes eram da Reserva Roosevelt.

Durante as investigações houve êxito na identificação do esquema criminoso que conta com a participação de garimpeiros, lideranças indígenas, financiadores do garimpo, avaliadores, comerciantes e intermediadores que estabelecem a conexão entre os fornecedores e o mercado consumidor nacional e internacional.

Para o cumprimento dos mandados, foi mobilizado um efetivo de cerca de 150 policiais federais, distribuídos entre os estados de Rondônia, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Roraima, São Paulo e o Distrito Federal.

Dentre os crimes investigados estão organização criminosa, usurpação de bens da União e lavagem de dinheiro.

O termo “Crassa” remete ao estado bruto dos diamantes, tendo sido identificado no início das investigações a referência “Bruto” ao lado dos contatos relacionados a garimpeiros e intermediários do comércio ilegal do mineral na agenda dos indivíduos presos em flagrante.

4 thoughts on “Cambé e Maringá entre os alvos da PF em operação que visa desarticular comércio ilegal de diamantes de reserva indígena

  • 24/09/2020, 13:40 em 13:40
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    أيها الأغبياء! أنا أعيش حياة الفردوسية. بينما تتعرض للضرب. القضاة ليس لديهم الشجاعة لاعتقال ابن عمي. ابن عمي يعرف الكثير ويمكنه إرسال ألف قاضٍ إلى السجن.

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    • 24/09/2020, 17:53 em 17:53
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      Quia quia quia quia. Parabéns pela criatividade amigo. Eita Brasil Nova Política. No Líbano, onde a terra treme.

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  • 24/09/2020, 15:30 em 15:30
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    Até “lideranças indígenas” envolvidas no esquema criminoso. Enquanto, milhares de pessoas pelo mundo afora lutam pela preservação das reservas indígenas, tem liderança ladrando. Nossas riquezas, desde o descobrimento, são assaltadas. Cadê nossas Forças Armadas para cuidar das fronteiras?

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    • 24/09/2020, 20:09 em 20:09
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      Com certeza essas lideranças indígenas ficam com os espelhinhos, a cachaça e a covid. Os outros ficam com a grana e com a vista grossa do governo Bolsonaro que apoia literalmente a ação de garimpeiros em terras indígenas. Desconfio que a PF envolvida nessa ação vai acabar secando gelo.

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