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Editor:
Cláudio Osti

Cobrador no busão

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E amanhã a Câmara de Londrina discute a revogação do artigo da lei que não exige que os ônibus de transporte coletivo tenham cobradores em todos os horários de circulação dos veículos..

Na justificativa, os autores argumentam que a ausência de cobrador prevista em acordo coletivo de trabalho causa transtornos aos usuários, enquanto o acúmulo de funções resulta em problemas de saúde para os motoristas.

Por outro lado, cada vez mais o transporte coletivo tradicional perde espaço para os aplicativos. Não só isso, pouquissimas pessoas pagam a passagem com dinheiro.

Traduzindo: mais funcionários, mais cara fica a tarifa, menos atrativo fica andar de busão.

Mas, enfim, em tempos de discussão de voto impresso, sempre dá para dar mais um passo para trás.

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2 comentários

  • Esse debate é velho.
    Já envolveu promotor público, sindicatos, prefeitura, mas a tecnologia venceu, como sempre, desempregando muitos cobradores de ônibus.
    Uma parcela foi absorvida e virou motorista, mas quantos?
    E os demais, para onde foram? Onde estão? Como estão sobrevivendo?
    O transporte coletivo ainda é o principal meio de transporte do usuário, pois aplicativos não são baratos.
    A preocupação principal, se fôssemos uma sociedade menos individualista, seria a de elaborar um plano para recolocar esses indivíduos no mercado de trabalho.
    Mas, vivemos numa sociedade capitalista, cada que se vire.

  • Terraplanistas não conseguem fraudar a urna eletronica, precisa ter papel para poderem trocar as cédulas. Já em Londrina essa trupe vai restaurar o curso de datilografia e o passe de ônibus em papel.

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