Corrupção pra todo lado

Márcio Krachinski,- imagem facebook

Não há Lava Jato que intimide a corrupção. Parece coisa encalacrada na vida pública brasileira. Li no blog do Tupan que o secretário da Fazenda de Quarto Centenário, Márcio Krachinski, foi afastado do cargo por ordem judicial.

O pedido partiu do Ministério Público em ação decorrente da “Operação Contêiner”.

Essa operação, em 2018, investigou fraudes em licitações para coleta, destinação e tratamento de lixo.

O MP acusa o secretário de favorecer empresa em troca de propina.

O secretário afastado é filho do prefeito Reinaldo Krachinski.

3 comentários em “Corrupção pra todo lado

  • 16/01/2020, 11:50 em 11:50
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    O combate a corrupção infelizmente é utilizado para disseminar mais corrupção. Aceite ou não a Vaza Jato mostrou os intestinos da Lava Jato. E para que aquele bolsominion pare de espernear me responda: “Em quem o ex ministro do STF, Joaquim Barbosa, o algoz do PT no STF com o Mensalão petista (dos outros não pode falar mal), votou para presidente? No PT e ainda clamou aos seus simpatizantes que votassem também”. Preciso mais?

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  • 16/01/2020, 15:39 em 15:39
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    “Você pode enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo” Esse Afro-descendente Joaquim Lula Barbosa se superou em tudo. Felizmente, mentira tem perna curta e agora sabemos quem era esse tipinho.

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  • 17/01/2020, 23:51 em 23:51
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    Quá! Quá! Quá! Os bolsominions não toleram o ex-ministro Joaquim Barbosa por dois motivos: primeiro ele declarou voto no professor Haddad e, depois de uma manifestação do capitão aposentado com 33 anos, Messias Bolsonaro, desmentiu-o sem possibilidade de qualquer contestação. Lembrando o episódio. Bolsonaro garganteou que Joaquim Barbosa teria dito que “só Bolsonaro não foi comprado pelo PT” (no esquema do chamado mensalão). Joaquim Barbosa “apenas” disse que Bolsonaro não tinha sido julgado porque não fazia parte do processo já que Bolsonaro não era nem líder, nem presidente partidário. Na verdade, na época do mensalão, Bolsonaro era um deputado de baixíssimo escalão eleito no PTB do Roberto Jefferson, este sim líder partidário e condenado no processo do mensalão.

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