Desembargador do TJ determina o fim da greve dos professores

O desembargador Luiz Mateus de Lima, do Tribunal de Justiça do Paraná, determinou hoje que os professores estaduais e universitários grevistas devem retornar imediatamente às salas de aula. O magistrado considerou a greve irregular e ampliou o valor da multa diária para caso de descumprimento da decisão.

A multa para a APP-Sindicato passará de R$ 20 mil para R$ 40 mil.

Já a multa diária para nove entidades sindicais, que representam o ensino superior, passará de R$ 3 mil para R$ 10 mil. A determinação do desembargador está publicada nas Ações Civis Originárias 1349670-7 e 1348213-8, do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba.

0 thoughts on “Desembargador do TJ determina o fim da greve dos professores

  • 27/04/2015, 16:50 em 16:50
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    Parabéns Desembargador, é assim que se decide quando a questão é meramente política. Se fossem funcionários de iniciativa privada não estariam em greve. Como são estáveis, acham que podem tudo. Parabéns Dr. Luiz Mateus de Lima

    Luiz Cesar – Cambé.

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    • 27/04/2015, 21:15 em 21:15
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      Desde quando defender um dinheiro que é seu é questão política? Se a questão é política, fala pro seu patrão deixar o dinheiro onde está!

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  • 27/04/2015, 18:48 em 18:48
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    Realmente, tratar a Educação como algo meramente político é, mais que uma demonstração de falta de sensibilidade, lucidez e cultura, uma afronta àqueles que, sem medir esforços, tentam transmitir cultura e noções permanentes que objetivam dotar cidadãos do Maternal à infinitude que o conhecimento e a cidadania permitem.
    A maioria absoluta afortunadamente consegue absorver os ensinamentos oferecidos pelos seus nobres Mestres e alçam voos inimagináveis.
    Alguns, por outro lado e desgraçadamente, optam por manterem a rudeza racional ao tempo que agregam valores negativos ao seu já deteriorado caráter.

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  • 27/04/2015, 21:12 em 21:12
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    O desembargador decidiu jogar no time do Beto Primo Richa. O Paraná virou uma capitania hereditária e o que mais se vê é capitão do mato. Um desembargador impede que os funcionários públicos defendam seus direitos enquanto outro desembargador, dias atrás, libertava o primo do Richa, considerado criminoso pelo MP.

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