do Estadão
Rivais, PT e PSL terão 108 assessores cada na Câmara dos Deputados (Coluna)
O PSL, do presidente eleito Jair Bolsonaro, terá direito a contratar 108 pessoas para trabalhar na liderança do partido na Câmara dos Deputados a um custo mensal de R$ 1,2 milhão. O mesmo número de assessores, a maioria sem concurso público, que terá o PT. As siglas rivais poderão preencher o limite máximo de funcionários previsto no projeto de resolução que será votado na próxima semana na Casa. A distribuição tem como base a bancada eleita. Hoje, o PSL tem apenas duas vagas. O PT perderá seis. A sigla tem atualmente 114 cargos.















4 comentários
Dick
Será que o Flávio Bolsonaro vai fazer uma palestra ensinando os deputados do PSL como fazer “vaquinhas” entre os assessores nomeados em benefício do parlamentar eleito? Mas cuidado com o Coaf, que está cheio de comunistas maoístas vermelhos globalistas. Quá! Quá! Quá!
Décio Paulino
Mas o clã dos Bolsonaro vai nomear mais comissionados do que qualquer família ou mais do que a maioria dos partidos do país. Já imaginou a folha de pagamento dos comissionados do filho senador, do filho deputado federal, do filho vereador e a cambada indicada pelo próprio Bolsonaro? Aliás, o ex-motorista do Flávio Bolsonaro (o assessor comissionado que movimentou mais de um milhão de reais em apenas um ano e foi pego pelo Coaf) não era o único presenteado com um belo cargo comissionado na Assembleia do Rio de Janeiro. Sua mulher e as duas filhas também foram pagas com dinheiro público para servirem ao PMB (Partido do Messias Bolsonaro) durante longos anos.
Será um aliado do boca aberta
José Carlos Bruno de Oliveira irá acompanhar Filipe Barros em Brasília?
Deixará o acomodado Alexandre Kireeff de lado?
E a vida mansa de Cornélio Procópio?
Satanás
Sr. Paçoca, o senhor que sabe das coisas, pode nos dizer se a família Bolsonaro também tem um “Ezequias Moreira”?