2 comentários em “Eleito reitor da UEL, Sérgio Carvalho fala sobre o Meta 4, política na instituição e o rombo no caixa

  • 19/04/2018, 11:40 em 11:40
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    Ei professor, veja teu amigo Requião, irmão de lula e seu companheiro de marcha insensata.
    Olha bem o que falou seu Secretário da Fazenda e hoje seu assessor e advogado no gabinete de senador:

    http://www.fabiocampana.com.br/2009/03/heron-arzua-propoe-o-fim-fim-da-paranaprevidencia/

    Heron Arzua propõe o fim da ParanaPrevidência
    sexta-feira, 20 de Março de 2009

    De Elizabete Castro, no ParanáOnline

    Durante a audiência pública de prestação de contas do Estado referente ao terceiro quadrimestre do ano passado, realizada ontem na Assembléia, o secretário da Fazenda, Heron Arzua, defendeu o fim da ParanaPrevidência, a gestora do fundo de aposentadoria e pensões dos servidores públicos estaduais. Arzua considera desnecessária a estrutura atual para administrar os recursos que cobrem os benefícios dos servidores.

    A ParanaPrevidência funciona como um serviço social autônomo responsável pela gestão do sistema previdenciário por meio de dois fundos: o fundo financeiro e o fundo de previdência. O secretário também revelou que a Secretaria do Planejamento estuda uma reestruturação do plano de custeio do ParanaPrevidência, que amplia de trinta para quarenta e oito anos o prazo que o governo dispõe para aportar sua parte no fundo.

    Para Arzua, é momento de reavaliar a questão previdenciária no Estado, já que quando o ex-governador Jaime Lerner criou o fundo, planejava capitalizá-lo com os recursos da venda da Copel. Como os projetos não foram em frente, o cronograma dos investimentos tiveram que ser alterados, disse.

    O presidente estadual do PSDB, Valdir Rossoni, perguntou a Arzua o que ele achava de transformar a ParanaPrevidência em uma simples coordenadoria da Secretaria da Fazenda.
    “Eu assino embaixo”, respondeu o secretário ao deputado, que irá apresentar um projeto na Assembléia Legislativa propondo a mudança. “Vou apresentar uma proposta extinguindo toda a diretoria porque não passa de um cabide de emprego criado no governo Jaime Lerner e mantido no governo Requião”, disse Rossoni, ex-lider do governo Lerner na Assembleia Legislativa.

    Arzua concordou. Disse que, em 93, Requião extinguiu o fundo anterior devido ao crescimento das despesas com a estrutura. “Uma das razões foi o crescimento da burocracia e dos cargos. Os gastos começaram a crescer. Para ter o fundo, basta ter a coordenadoria”, disse.

    Débitos

    No exercício de 2007, o Fundo Previdenciário pagou a seus participantes cerca de 8 mil aposentadorias e outras 3 mil pensões, aproximando-se a R$ 300 milhões. O líder da bancada de oposição, Elio Rusch (DEM), insistiu com o secretário que o Estado está devendo para o fundo dos servidores e que pode comprometer os pagamentos dos benefícios futuros.
    Segundo o deputado, os repasses que deixaram de ser efetuados pelo governo no fundo são de R$ 1,6 bilhão. O secretário da Fazenda classificou como “ridículo” o uso do termo dívida para se referir à falta de aportes do governo.

    “O Estado não deve absolutamente nenhum centavo ao fundo previdenciário”, reagiu o diretor geral da Secretaria da Fazenda, Nestor Bueno. De acordo com Bueno, o passivo atuarial não é uma dívida, é simplesmente uma estimativa daquilo que deverá ser recolhido até o final de 30 anos, contados da criação da ParanaPrevidência, em 1998.

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