Encontro com governo divide caminhoneiros

Da Folha de São Paulo

Assim como a reunião de quarta, o encontro desta quinta-feira (24) entre o governo, a Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam) e outros grevistas não resultou no fim das paralisações pelo país.

A Abcam, que representa 700 mil caminhoneiros, quer continuar com a manifestação até a isenção de impostos se transformar em lei, e abandonou a reunião antes que se chegasse em um acordo.

Outros representantes do setor, porém, discordaram da Abcam, e aceitaram parar com as manifestações —a reunião ainda não foi encerrada.

Segundo José da Fonseca Lopes, líder da Abcam, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, pediu na reunião “voto de confiança” de 15 dias ou um mês para o governo atender a exigência de redução da carga tributária sobre o diesel, o que teria sido aceito por outras entidades que participam do encontro.

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) frisa que ainda não aceitou o pedido de trégua do governo e que a reunião não acabou.

Além de Padilha e do ministro dos Transportes, Valter Casimiro, e do general Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), a reunião conta com entidades como Fetrabens, CNTA, Unicam, Sinaceg, CNT, NTU e Federação dos Transportadores Autônomos de Carga.

4 comentários em “Encontro com governo divide caminhoneiros

  • 24/05/2018, 22:27 em 22:27
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    Agora vai! Pro buraco…

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  • 24/05/2018, 22:28 em 22:28
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    Agora o Brasil vai…

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  • 24/05/2018, 23:15 em 23:15
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    O problema é negociar com gente que tem interesses diferentes e até conflitantes. Nessa greve temos caminhoneiros autônomos (na verdade, um grupo em extinção). Temos empresas transportadoras (entraram no último minuto no movimento mas é quem mais ganhará; o que estas empresas pagam de PIS/Cofins no diesel vai ser transferida para outras empresas; o governo não vai perder nada). E temos os motoristas da boleia, os empregados das empresas transportadoras que, na maioria dos casos, estão sendo usados como bucha de canhão. São estes que ficam com os caminhões dos patrões na beira da estrada passando frio e fome, e não vão ganhar nada nessa história toda.

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  • 25/05/2018, 12:56 em 12:56
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    Esse deve ser o sonho molhado do PT e de seus “movimentos sociais” parasitas como CUT, MST e similares: fazer uma paralisação que de fato PARE o Brasil. Prometeram isso várias vezes no decorrer do Impeachment da Dilma, das reformas e da Lava-Jato; no máximo paravam alguns milhares, fechavam uma ou outra rua e queimavam uns pneus na estrada.

    Lembro do ano passado quando a CUT convocou uma greve geral pra parar o Brasil, o maior feito disso foi fazer um monte de gente chegar atrasada no trabalho. E depois o presidento da CUT disse que aquela tinha sido a maior greve da história do Brasil com mais de 35 milhões de trabalhadores aderindo.

    http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/cut-estima-que-mais-de-35-milhoes-de-brasileiros-deixaram-de-trabalhar-hoje/

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