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Editor:
Cláudio Osti

Enfim, habemos Plano Diretor

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O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, teve um dia corrido. De manhã entregou nove máquinas de um total de 28 que foram adquiridas para compor o parque de máquinas da Secretaria de Obras e Pavimentação. No decorrer dos próximos meses, a Secretaria vai receber os demais 19 equipamentos. O investimento total beira os R$ 8 milhões e vieram por meio de empréstimo junto ao Paranacidade.
Kireeff lembrou que o município tinha disponível cerca de R$ 10 milhões para a licitação desses equipamentos; no entanto houve uma economia de R$ 2 milhões, que serão utilizados para a aquisição de mais materiais e equipamentos.

Depois sancionou as últimas leis complementares do Plano Diretor de Londrina que tratam do zoneamento do município, definindo o perfil de cada bairro da cidade, apontando se a região será residencial, comercial ou industrial e que dispõe sobre o sistema viário da cidade. Esta lei define, basicamente, como as ruas e as avenidas serão projetadas. Com a sanção das leis, o prazo para que elas entrem em vigência é de 60 dias.
“Londrina talvez seja uma das poucas cidades do Brasil que tem uma demanda de investimentos contingenciados. Enquanto o cenário econômico nacional se apresenta preocupante, tenho a serenidade de dizer que Londrina vai viver um cenário econômico diferente, que se inicia agora em 2015 e se potencializa em 2016, em função deste documento”, disse o prefeito.

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  • luciano odebrecht

    Interessante que pela planta em anexo ao projeto de lei, agora convertido em lei, a área da construção da nova sede do Ministério Público está em verde, ou seja, área de preservação ambiental ou fundo de vale. E pela lei sancionada, não pode ter mais de 8 metros de altura e nem mais de dois pavimentos.

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