Feder, atacado por bolsonaristas da área militar e olavistas declina e não será Ministro da Educação

do Antagonista

O secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, disse em suas redes sociais que recusou o convite para assumir o Ministério da Educação.

“Recebi na noite da última quinta-feira uma ligação do presidente Jair Bolsonaro me convidando para ser ministro da Educação. Fiquei muito honrado com o convite, que coroa o bom trabalho feito por 90 mil profissionais da Educação do Paraná. Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação.”

No sábado Renato Feder usou suas redes sociais para responder a ataques que vem sofrendo desde que foi convidado por Jair Bolsonaro para assumir a pasta.

“Não sou vinculado a qualquer instituição educacional privada e a nenhuma ONG. É falso que tenha havido divulgação de livros com ideologia de gênero no Paraná. Não existe nenhum material com esse conteúdo aprovado ou distribuído pela Secretaria”, afirmou.

“Não sou, nem nunca fui filiado a partido político, mas respeito a política como instituição legítima de discussão e resolução das questões da sociedade.”

Em seu relato, o secretário de educação do Paraná ainda defendeu sua biografa e disse que sua “missão de vida é ajudar na educação do nosso país, sinto-me feliz fazendo esse trabalho e podendo devolver ao Brasil um pouco das bênçãos que recebi na vida.” 

Como registramos, a oposição ao nome de Feder para o Ministério da Educação foi um dos principais assuntos do Twitter neste sábado.

2 thoughts on “Feder, atacado por bolsonaristas da área militar e olavistas declina e não será Ministro da Educação

  • 05/07/2020, 20:55 em 20:55
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    Mais um que se foi sem ter sido. Mas o lugar desse senhor é no setor privado. E é pra lá que já deveria ter ido. Como secretário do Ratinho Jr., os únicos que devem ter bons motivos para agradecer ao sr. Feder são as empresas de telefonia celular que embolsaram, sem licitação, uma bolada de R$ 22,1 milhões e a RIC (Rede Independência de Comunicação) que levou R$ 3,5 milhões para prestar serviços à secretaria de Educação durante a pandemia do coronavírus. Se a secretaria de Educação tivesse usado os serviços da Copel Telecom e a TV Educativa do próprio governo com certeza teria gastado muito menos. Mas a história vai colocar em seu devido lugar o filho do Ratinho e o empresário Feder. Podem acreditar.

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  • 05/07/2020, 21:50 em 21:50
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    O Feder, quer sair por cima dizendo que não aceitou o MEC, não é verdade, ele não aguentou nem dois dias, de pressão, viu que iriam encontrar fatos desabonadores, e antes de queimar mais ainda seu filme, da uma de João sem braço, mais uma Viúva Porcina, aquela foi sem nunca ter sido, este governo continua o mesmo, aqueles empresários que mandavam no Estado, continuam mandando prender e soltar, é uma descarada continuação do desgoverno passado.

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