Heliponto do HC de Londrina está operando e recebe paciente de Cascavel

O heliponto do Hospital do Coração – Unidade Bela Suíça registrou na manhã de hoje (25/04) o primeiro pouso de uma aeronave trazendo um paciente; no caso uma menina, de apenas sete dias de vida, que estava internada em Cascavel (Oeste) e passará por cirurgia cardíaca.

Com isso, Londrina passa a ter um hospital preparado para receber helicópteros, aumentando a agilidade e a segurança em transportes aeromédicos. “A paciente que recebemos hoje precisa de atendimento especializado que, no Paraná, só há em Londrina e Curitiba. É um caso considerado grave. Por isso, o transporte tinha que ser o mais ágil possível. Quanto menor o tempo de permanência dela fora de uma estrutura hospitalar, melhor”, explicou o cirurgião cardiovascular e diretor clínico do Hospital, Gualter Pinheiro Júnior. O piloto responsável pelo transporte foi o comandante Muriel Biesuz, da equipe do Paraná Urgências, que tem base em Cascavel. Ele classificou o heliponto do Hospital do Coração – Unidade Bela Suíça como “perfeito”. “Seria maravilhoso se todo hospital tivesse uma estrutura assim”, enfatizou. De helicóptero, os quase 400 quilômetros que separam a cidade do Oeste do Paraná de Londrina foram vencidos em apenas 1h40. Se o pouso tivesse ocorrido no Aeroporto seria necessário passar a pequena paciente para uma ambulância e gastar pelo menos vinte minutos no trânsito. “Ela está em uma incubadora e precisa que tudo seja muito suave”, complementou o médico. O heliponto do Hospital do Coração – Unidade Bela Suíça foi concluído recentemente e já recebeu a liberação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo a diretora geral do Hospital, Cristina Sahão, a estrutura está à disposição da comunidade e mesmo pacientes que tiverem como destino outros hospitais da cidade podem utilizá-lo. “Londrina é um polo muito importante de saúde dentro de uma macrorregião. Por isso, é importante evoluirmos, abrirmos portas. Hoje, prestamos serviços muito importantes, como a cirurgia cardíaca infantil, a intervenção rápida em bebês diagnosticados com má-formações quando ainda estão no útero materno. Rapidez e eficiência são fundamentais. Por isso, o início das atividades desse heliponto é um marco”, destacou Cristina.

*Da Assessoria

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