Histórias do Naym: “O borná é bom mas o milho é pouuuco…”

Já que o assunto é pastel de vento, aqui vai uma história. O José Belinati, ferroviário, avô do prefeito estava lá.

Em 1950, quando tinha uns 10 anos de idade vendia pastel e sanduíche de mortadela na plataforma e dentro dos vagões de trem.

Meu pai, Abdallah Libos e o tio Adib eram os concessionários do bar e lanchonete da antiga estação ferroviária de Londrina.

O costume era adicionar cachaça na massa do pastel e colocar o mínimo de carne moída. Ficava lindo à vista do freguês.

Certo dia, numa tarde de pouco movimento, chega um mineirinho e pede pastel para o Farid (Libos) que atendeu com todo cuidado para não esfarelar. Havia umas 10 pessoas observando, entre eles ferroviários.

O mineirinho chacoalha o pastel, morde numa ponta, olha lá dentro e diz aos que o observavam:

“eh, o borná é bom mas o milho é pouuuco…” (risos).

Um comentário em “Histórias do Naym: “O borná é bom mas o milho é pouuuco…”

  • 04/12/2017, 16:27 em 16:27
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    E foi sempre assim que os BRIMOS encheram as burras de dinheiro. E tinha um outro que fazia KIBE na seguinte proporção: pra cada medida de carne colocava 99 medidas de farinha de trigo! Kkkkkkk.

    Resposta

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