Mais um recebendo um quaisquais

Zeno Minusso, sindicalista e funcionário do gabinete do então deputado Paulo Bernardo e da senadora Gleisi Hoffmann, aparece recebendo a dinheirama mensal desviada pela Consist dos empréstimos consignados dos funcionários públicos no Ministério do Planejamento. E ainda o ex vereador de Londrina e professor municipal Gláudio Lima, foi funcionário do gabinete da senadora Gleisi Hoffmann quando cedido pelo prefeito Barbosa Neto (PDT) aparece no organograma da quadrilha. É o que está descrito no Antagonista e revelado pelo blog Tome Conta de Londrina: http://migre.me/udVYc

3 thoughts on “Mais um recebendo um quaisquais

  • 28/06/2016, 21:47 em 21:47
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    Vai la Glaudio mais um para envergonhar nossa cidade.

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  • 29/06/2016, 08:39 em 08:39
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    ex-vereador Gláudio a exemplo do ex-vereador de Americana pode delatar muito e derrubar o ninho petista criado em Londrina. Ainda Zeno, Nedson e João Rezende.

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  • 29/06/2016, 14:24 em 14:24
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    http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/oito-ex-vereadores-sao-condenados-a-prisao-3kf0flbnvyqljlmeiobmw732m

    http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2016/06/23/empresa-usava-contratos-ficticios-para-simular-repasses-a-paulo-bernardo-diz-investigacao.htm

    depois de receber esse dinheiro, o escritório ficava com um percentual de 20% e destinaria os outros 80% para o ex-ministro Paulo Bernardo.

    Esse dinheiro, que segundo a própria investigação ainda não foi localizado, seria usado para pagar despesas pessoais de Paulo Bernardo como alugueis e os salários de duas pessoas que trabalhavam para o ex-ministro: Gláudio Renato de Lima (apontado como ex-tesoureiro do PT no Paraná) e Zeno Minuzzo (apontado como ex-chefe de gabinete de Paulo Bernardo quando ele era deputado federal).

    “A Polícia também teria constatado, analisando as planilhas de contabilidade do escritório de Guilherme Gonçalves, pagamentos relacionados ao fundo Consist para Paulo Bernardo, ‘PB’ e outras pessoas ligadas a ele como Zeno Minuzzo […] e Gláudio Renato de lima”, diz um trecho do despacho da Justiça Federal que decretou a prisão preventiva de Paulo Bernardo.

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