Médico que dava “migué” em plantões da Maternidade foi demitido em Londrina

O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD) assinou a carta de demissão de um médico plantonista que atuava na Maternidade Municipal e tinha cargo de gerência.

O Evaldir Bordin Filho é acusado de assinar o ponto na Maternidade e também no Hospital Universitário, no mesmo horário. A infração foi cometida diversas vezes no ano de 2013. Também ficou comprovado que o médico saiu da maternidade em horário de plantões para os quais estava escalado, sem registrar saída no ponto eletrônico, motivo pelo qual foi condenado a restituir ao erário as verbas remuneratórias recebidas indevidamente.

Segundo a prefeitura, estão em investigação outros 140 casos de irregularidades cometidas por servidores.  “O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Londrina estabelece que o servidor tem o dever de agir com honestidade, moralidade e lealdade, dever este que, se descumprido, gera responsabilizações severas”, diz Alexandre Alberto Trannin, corregedor do Município.

7 comentários em “Médico que dava “migué” em plantões da Maternidade foi demitido em Londrina

  • 25/01/2016, 11:24 em 11:24
    Permalink

    PQ não divulga o nome. Prefeitura é órgão público e tudo deve ser às claras. estou errado?

    Resposta
    • 27/01/2016, 12:47 em 12:47
      Permalink

      Não é a primeira coisa escrita na notícia? Evaldir Bordin.

      Resposta
  • 25/01/2016, 11:37 em 11:37
    Permalink

    O cara é fantasma duas vezes, por receber e não tranalhar, e por não ter nome.

    Resposta
  • 25/01/2016, 12:43 em 12:43
    Permalink

    E o nome do “profissional” não é citado!

    Resposta
  • 25/01/2016, 13:37 em 13:37
    Permalink

    Kiref e a transparência?

    Resposta
    • 25/01/2016, 23:05 em 23:05
      Permalink

      Transparência, não dizem o nome, 03 anos para demitirem, se fosse alguem da limpeza, serviço de rua, já tinham mandado embora, e com certeza sairia o nome da pessoa, e com certeza tem muito mais fazendo isso, ou falta transparência ou falta gente para fiscalizar.

      Resposta
  • 26/01/2016, 11:14 em 11:14
    Permalink

    A RPC disse o nome dele.

    Resposta

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: