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Cláudio Osti

Na trave?

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Do Contraponto
Podem bater na trave algumas das indicações, já confirmadas, do governador Ratinho Junior (PSD) para empresas públicas paranaenses e ao BRDE, do qual o Paraná é um dos sócios junto com Santa Catarina e Rio Grande do Sul. É o caso de Wilson Bley Lispki, indicado para compor a diretoria do BRDE pelo Paraná; Claudio Stabeli para presidente da Sanepar; Heraldo Alves das Neves, para presidente da Fomento Paraná e do vice-prefeito de Cascavel, Jorge Lange, para presidente da Cohapar, além de Eduardo Barbosa para a diretoria Jurídica da Copel.

Segundo analistas , as indicações ferem a lei das estatais que veda a indicação para conselhos de Administração e para a diretorias de “pessoa que atuou, nos últimos 36 (trinta e seis) meses, como participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a organização, estruturação e realização de campanha eleitora”. É o que diz o inciso II do parágrafo 2º da Lei das Estatais.

Seria o caso de Lispki, Stabeli, Barbosa e Neves. Os quatro participaram ativamente da campanha de Ratinho Junior, Stabeli até teria assinado a prestação de contas de campanha do governador e Neves até pouco tempo era presidente do Instituto Teotônio Vilela, o braço de estudos do PSDB. Eduardo Barbosa assinava petições junto ao TRE em nome da campanha eleitoral de Ratinho. O caso de Jorge Lange é sua condição de vice-prefeito (teria que renunciar para assumir a presidência da Cohapar).

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2 comentários

  • Igual aconteceu com Kireff na Compagás e Defreitas na Cohab. Lei é Lei.

    • Cadê a sinceridade

      E Cláudio Tedeschi na Sercomtel
      Luiz Adati na Sercomtel
      CMTU com Moacir Sgarioni

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