Nenhum plano de saúde quis atender a CMTU?

RESULTADO PREGÃO PRESENCIAL PP N° 013/2018-CMTU
OBJETO: Contratação de empresa operadora de plano de saúde para prestação de serviços de assistência médica, atendimento ambulatorial e hospitalar aos empregados da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização – CMTU-LD.

RESULTADO: Embora o edital tenha sido publicado conforme exigências da Lei 10.520/2002, no Diário Oficial do Estado do Paraná, no Diário Oficial do Município de Londrina, no veículo de comunicação Jornal Folha de Londrina e no site da CMTU-LD, nenhuma empresa protocolou propostas visando participar do certame. Desta forma, a licitação foi declarada DESERTA.
Londrina, 26 de junho de 2018.
Marcelo Baldassarre Cortez – Diretor Presidente Cmtu Ld

4 comentários em “Nenhum plano de saúde quis atender a CMTU?

  • 09/07/2018, 17:42 em 17:42
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    Vai para o SUS, vcs fazem isto com os cidadões que pagam seus salarios, e a vida dando troco, dizem as linguas pretas que no quadro comissionado tem uns dois benzedor dos bons, pois ambos são analfabetos e conseguem receber altos salarios e são capazes de afastar de tudo.

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  • 09/07/2018, 23:20 em 23:20
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    E, como contribuinte que ficou “duro” depois de recolher o IPTU padrão Belinatemer, pergunto: por que servidor público precisa de plano de saúde privado? Oras bolas! Oferecer serviço de saúde privado para servidor público é o poder público admitir que seus serviços na área de saúde não passam de uma porcaria que nem aos seus servidores servem. Servem aos coitados que são obrigados a pagar a um IPTU escorchante.

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    • 10/07/2018, 12:57 em 12:57
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      Concordo em gênero e grau:

      https://istoe.com.br/bravos-defensores-do-ensino-publico/

      Não sei se os estudantes mais propensos à arruaça são principalmente os mais ricos ou mais pobres. Mas proponho uma hipótese. Quem fizer um levantamento entre os pais dos vinte por cento mais ricos provavelmente constatará que eles trocam de carro todo ano. Que não abrem mão de pelo menos uma viagem anual a Miami ou a Nova York. E que concordam inteiramente com o princípio da gratuidade.
      Resistem bravamente contra toda proposta de reformar o ensino superior brasileiro no sentido de torná-lo menos injusto. Muitos provavelmente se consideram “de esquerda” ou “marxistas”, mas sempre passaram batido sobre uma observação feita por Marx na “Crítica ao Programa de Gotha”, obra de 1875, onde ele diz que o ensino superior gratuito é uma forma escandalosa de privilegiar a burguesia com recursos extraídos de toda a sociedade sob a forma de tributos.
      Muitos dos universitários mais ricos provavelmente se consideram “de esquerda” ou “marxistas”, mas passam batido sobre
      a “Crítica ao Programa de Gotha”, obra de Karl Marx.

      https://www.marxists.org/portugues/marx/1875/gotha/index.htm

      B. «O Partido Operário Alemão reclama como base espiritual e ética [sittlich] do Estado:
      «1. Educação popular geral e igual pelo Estado. Escolaridade obrigatória geral. Instrução gratuita.»

      Educação popular igual? O que é que se imagina por detrás destas palavras? Acredita-se que na sociedade hodierna (e é só com ela que se tem que ver) a educação pode ser igual para todas as classes? Ou reclama-se que as classes superiores também devem ser reduzidas compulsivamente ao módico da educação — da escola primária [Volksschule] — o único compatível com as condições económicas, não só dos operários assalariados, mas também dos camponeses?

      «Escolaridade obrigatória geral. Instrução gratuita.» A primeira existe mesmo na Alemanha, a segunda na Suíça [e] nos Estados Unidos para as escolas primárias. Se, em alguns Estados deste último [país], também há estabelecimentos de ensino «superior» que também são «gratuitos», isso só significa de facto pagar às classes superiores os seus custos de educação a partir da caixa geral de impostos. Incidentalmente, o mesmo vale também para a «administração gratuita da justiça» reclamada em A.5. Em toda a parte, há que ter a justiça criminal gratuitamente; a justiça civil gira quase só em torno de conflitos de propriedade e toca quase só às classes possidentes. Devem elas conduzir os seus processos à custa da caixa do povo?

      O parágrafo sobre as escolas deveria, pelo menos, ter reclamado escolas técnicas (teóricas e práticas) em ligação com a escola primária.

      Uma «educação popular pelo Estado» é totalmente rejeitável. Determinar por uma lei geral os meios das escolas primárias, a qualificação do pessoal docente, os ramos de ensino, etc, e, como acontece nos Estados Unidos, supervisionar por inspectores do Estado o cumprimento destas prescrições legais, é algo totalmente diferente de nomear o Estado educador do povo! Mais ainda, é de excluir igualmente o governo e a Igreja de toda a influência sobre a escola. Ora, no Império prusso-alemão (e que não se recorra ao subterfúgio duvidoso de que se está a falar de um «Estado do futuro»: já vimos o que ele é), inversamente, é o Estado que precisa de uma muito rude educação pelo povo.

      O programa todo, aliás, apesar de todo o tinido democrático, está de uma ponta à outra empestado da crença servil da seita de Lassalle no Estado ou, o que não é melhor, da crença democrática em milagres, ou, antes, ele é um compromisso entre estas duas espécies de crenças em milagres, igualmente distantes do socialismo.[1M]

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