NOTA DA SANEPAR

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) garante a qualidade da água que distribui à população do Paraná em 345 municípios e de Porto União (SC). A Companhia segue rigorosamente a legislação brasileira que determina os parâmetros da potabilidade da água para abastecimento público.
A Sanepar informa que não foi detectada presença de agrotóxicos em nenhuma análise realizada pela empresa acima do Valor Máximo Permitido (VMP) pela Portaria de Consolidação 5, anexo XX, do Ministério da Saúde, conforme histórico disponibilizado a este Ministério.
Matérias veiculadas na mídia utilizaram informações do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), de forma incompleta.
No momento de registrar os resultados de suas análises, não há no cadastro do Sisagua a opção de informar a não detecção do princípio ativo do composto. O Sistema de Informação aceita apenas o registro como “no limite” em vez de “ausente”. Desta forma, fica registrada a presença de agrotóxico na água, mesmo que não tenha sido detectada, distorcendo a informação.
Quatro laboratórios da Sanepar realizam semestralmente análises de agrotóxicos de todas as localidades atendidas pela empresa, conforme determina a legislação do Ministério da Saúde. São investigados 27 tipos de agrotóxicos e, em todos os testes, os resultados ficam abaixo dos limites permitidos, ou seja, não foi detectada a presença de agrotóxicos na água distribuída para a população.
A Sanepar, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), e a Associação das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) estão pedindo esclarecimentos ao Ministério da Saúde sobre os valores disponibilizados com relação à presença de agrotóxicos na água usada para consumo humano, para não ocorrer interpretação equivocada como ocorreu no material divulgado.

3 comentários em “NOTA DA SANEPAR

  • 16/04/2019, 20:34 em 20:34
    Permalink

    Quem quiser acreditar na Sanepar acredite a vá dormir em paz. Quem acreditar no Ministério da Saúde que divulgou os dados da contaminação na água por agrotóxicos (a turma do Bolsonaro prefere dizer produtos fitossanitários) vai ter que tomar muito Rivotril para se sentir em paz. É que essa pesquisa se refere ao período de 2014 a 2017. Espere a pesquisa chegar aos anos bolsonarianos… Em apenas dois meses, o governo da família Bolsonaro autorizou a fabricação de 86 novos produtos elaborados com agrotóxicos, inclusive com um dos mais cancerígenos: o glifosato. Até 2022, o pacote anunciado na notícia vai parecer água benta perto do coquetel molotov servido na água do brasileiro. Eu estou tranquilo: só tomo água Perrier e, pra não contaminar minha pele com agrotóxico, nem tomo banho, apenas uso perfume Jequiti.

    Resposta
  • 17/04/2019, 07:27 em 07:27
    Permalink

    Noto quea Sanepar “mantém a qualidade” da água nos municípios que tem a concessão. Aqui em Astorga, também ha 27 agrotóxicos encontrados na água”tratada”, sendo 11 cancerígenos. Dei uma olhada nos municípios próximos à Astorga, com água tratada pelas Samaes, e não pela Sanepar, e a água está bem melhor. Iguaraçu, Ângulo, teve um agrotóxico encontrado. Munhoz de Mello, 5. Já em Pitangueiras, não foi encontrado nenhum agrotóxico misturado na água.
    E a Sanepar divulgou que foi autorizada a aumentar a tarifa da água em 12%.
    Estamos ferrados. Nem água de qualidade temos mais.

    Resposta
  • 17/04/2019, 10:08 em 10:08
    Permalink

    Globo Rural fez grande matéria recentemente mostrando Londrina. Onde está a promotora do meio ambiente? Muito grave. Necessário explicações.

    Resposta

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: