O candidato e seu passado

Do Carlos Brickman

Depois de uma série de divergências com o Brasil sobre a administração da Usina Hidrelétrica de Itaipu, pertencente aos dois países, o Paraguai decidiu mover uma ação judicial para garantir aqueles que, a seu ver, eram direitos que vinham sendo ignorados.
Quem foi o advogado da parte paraguaia no processo contra brasileiros? Ele mesmo: Luiz Édson Fachin, agora indicado pela presidente Dilma para o lugar do ministro Joaquim Barboza no Supremo Tribunal Federal.
Fachin ganhou a ação contra o Governo brasileiro. Viva o Paraguai!

Um comentário em “O candidato e seu passado

  • 19/04/2015, 16:40 em 16:40
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    O Carlos Brickman é daqueles que adoram os Estados Unidos e deve achar normal embaixador brasileiro tirar sapato no aeroporto pra entrar em Miami. Mas o verdadeiro brasileiro deve detestar os países imperialistas e deve condenar o Brasil assumir a posição de imperialista perante seus sócios ao sul do Equador!!! Se o advogado Luiz Edson Fachin contribuiu para que uma injustiça não fosse feita contra qualquer país, ele fez bem o seu papel.

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  • 19/04/2015, 16:53 em 16:53
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    E os aecistas insistem em escolher o próximo ministro do STF. Quando vão admitir que perderam as eleições?

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  • 20/04/2015, 10:01 em 10:01
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    Infelizmente a escolha mais uma vez será realizada sobre os “serviços” prestados pelo escolhido em proveito do PT, e, não pelo notório saber jurídico.

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  • 20/04/2015, 10:16 em 10:16
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    Qual a novidade.
    O juiz Moro mesmo quando advogado atuou nestas circunstâncias.
    A muié do Gilmar Diamantino STF Mendes advoga inclusive no STF.
    A muié do Moro advoga para as multinacionais do petróleo, ao passo que o primeiro damo julga a Petrobras.
    O Beto Richa é suspeito de pagar advogado com recursos públicos.
    E, por aí vai.

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    • 20/04/2015, 21:44 em 21:44
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      Isto é muito sério .Portanto não seria o caso de representar perante o CNJ estas insinuações?
      Diz a lenda que onde a fumaça a fogo.

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      • 21/04/2015, 00:27 em 00:27
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        A fumaça e a fogo.
        Agora: representar no CNJ para mim fica acima do que meu bolso aguenta…

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