A lista está bem aterrorizante e não consegue para de inchar:
É a droga da Fonte Pensa, inaugurada torta e sem funcionar;
É a droga da Fonte Pensa PINTADINHA como pano-de-prato;
É a droga do nosso incrível Teatro Municipal, lá, só no osso;
É a droga dos Espaços Públicos virando antros, UEL inclusa;
É a droga de um pontilhão bisonho, pra operar o Superbuss;
É a droga do Paver Cimentício, enfeiando o nosso Calçadão;
É a droga do Paver Cimentício,, todo coloridinho, tão “fofinho”;
É a droga do Paver Cimentício, “significando as nossas etnias”;
É a droga de uma Passarela BigBen, de um caipirismo sem fim;
É a droga de um Jardim Botânico, inacabado e inaugurado 3X!
É a droga de um ILS mi-se-ra-vel de simples e jamais instalado;
É a droga das Ciclofaixas, feita por quem nunca pedalou na vida;
É a droga de dementes achando que Vielas devem ser vendidas;
É a droga da nossa Arborização, sendo excluída sistematicamente.















4 comentários
ZERO INTERESSE
Então temos drogas pesadissimas: nedson micheletti, barbosa neto, joaquim ribeiro, padre roque, Bracarense costa, marcelo belinati, joao mendonça, antonio casemiro belinati, antonio carlos belinati, janene, emilia belinati. Drogas pesadas demais que aliada ao novo produto Boca Aberta farão todos esquecerem que existem.
Fabio Fiel
Sugestão ao senhor viciado em drogas: mude para a Suíça
Triste Londrina
Nunca, jamais houve qualquer interesse em Teatro municipal. Tudo surgiu, sabemos bem, em uma jogada de Nedson para impedir a instalação do Angeloni no terreno do antigo Colossinho, barra beneficiar a rede de supermercados “amiga” dele…dai veio a história do Teatro para salvar as aparências….
Flávio
A nova política de Arborização aqui é em cidades vizinhas e erradicar o maior número de árvores e plantar um mínimo de Hibiscos, árvore de pequeno porte que mal consegue dar sombra para uma pessoa. Isso é a verdadeira droga de pensamento da nova geração de Gestores Públicos.