Operação Carne Fraca assombra políticos do MDB do Paraná

Todo dia políticos do MDB do Paraná oram para que os dias passem rápido, a eleição chegue logo, e o Ministério Público Federal não faça nenhuma nova ação sobre a Operação Carne Fraca.

Informa a revista Época que, apesar da lentidão, a polícia está trabalhando.

Só para relembrar, a Operação mostrou importantes personagens do MDB sendo citados por delatores envolvidos em miguelagens (Veja aqui).

2 comentários em “Operação Carne Fraca assombra políticos do MDB do Paraná

  • 19/09/2018, 17:14 em 17:14
    Permalink

    Tentam arrumar um factoide para o Requião mas não tem jeito,quem sabe por droga no seu bolso.

    Resposta
    • 19/09/2018, 19:50 em 19:50
      Permalink

      Talvez você tenha se esquecido mas as famílias das vitimas não!!!!

      A injustiçada Família Requião……..

      Em uma sabatina promovida nesta quinta feira (13) por um jornal de Curitiba, o deputado federal João Arruda, que concorre ao Governo do Paraná, disse que foi “injustamente” condenado por furar um sinal vermelho. No acidente, o carro conduzido por João Arruda, estava no dobro da velocidade permitida e colidiu com outro veículo matando Mariana de Oliveira, 18 anos, Naline Picolo de 17 anos e ferindo outros dois ocupantes do carro.
      Arruda foi condenado em 2003 pela 2ª Vara de Delitos de Trânsito de Curitiba a quatro anos e três meses de detenção pelo acidente. A pena inicial foi acrescida de mais seis meses por ele ter fugido do local sem prestar socorro às vítimas. O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) concedeu a João Arruda Júnior a possibilidade de transformar as horas de trabalho comunitário à qual foi condenado em prestação pecuniária (pagamento).
      Na sabatina em Curitiba João Arruda disse considerar a decisão uma “injustiça”. Uma das vítimas, Naline Picolo, deixou um filho de um ano e quatro meses que passou a ser criado pela avó.
      *ALTERAÇÃO DO LOCAL DO CRIME*
      Além de sair do local sem prestar socorro às vítimas, Arruda contou com a interferência do seu tio, o senador Roberto Requião, para sair da cena do crime. Questionado na sabatina sobre esse procedimento ilegal, Arruda achou normal. “era o único contato que eu tinha, não podia ligar pra minha mãe”.
      O delegado de polícia Guaraci Joarez Abreu,
      o responsável pelo inquérito policial sobre o atropelamento que resultou na morte de duas jovens, disse, em uma entrevista de televisão, que “a presença do senador Requião impediu que a polícia levasse presos os jovens que estavam na caminhonete dirigida por João Arruda e que fosse realizado o teste do bafômetro nos acusados”. O delegado criticou o procedimento do senador. ”Ele (Requião) não tinha o direito de tirar pessoas do local do acidente antes de a polícia fazer o seu trabalho”.
      Em 2006, João Arruda foi condenado a pagar 220 salários mínimos ao filho da falecida Naline Picolo.

      Resposta

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: