Para alguns, a doença é um grande negócio

Do Ze Beto

Do correspondente em Brasília

A Rede Sarah, um dos mais ricos hospitais e de melhor infraestrutura do País, sumiu na crise do coronavírus. Tem unidades em Brasília, Salvador, São Luís, Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro e Macapá e recebe gordas verbas públicas. No Paraná os hospitais privados esperam ser comprados pelos Planos de Saúde com a verba de 15 bilhões de reais que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi autorizada a injetar para aquisição de leitos e serviços. Para muitos, a doença ainda é um grande negócio.

3 thoughts on “Para alguns, a doença é um grande negócio

  • 31/03/2020, 11:12 em 11:12
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    Aos leitores deste nada modesto blog, os comentários do próprio foi o primeiro a chamar o ” guru” do bolsonarismo de “louco da Virgínia”. O repaginado adjetivo foi utilizado por Janaína Paschoal para descascar o filósofo que tem muitos londrinenses e congêneres entre seus seguidores. Saiu no Antagonista:

    https://www.oantagonista.com/brasil/olavo-de-carvalho-e-o-responsavel-pelo-inegavel-fracasso-do-unico-governo-de-direita-no-brasil/

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  • 31/03/2020, 11:37 em 11:37
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    Em Londrina o Hospital Evangélico fala que é REFERÊNCIA em Coronavirus e não é, mas pede doações para comprar respiradores.
    Aí perguntado se é referência mesmo, diz que é retaguarda de planos privados de Saúde.

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    • 31/03/2020, 16:22 em 16:22
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      Hospitalar é da Sociedade Evangélica Beneficiente dona do Hospital Evangélico.

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