Petistas não querem nem saber de mudar a aposentadoria

Denilson, ao lado da senadora Gleisi e da vereadora Lenir de Assis

A presidente desta república federativa do Brasil, Dilma Vana Rousseff, está fomentando a discussão sobre a possibilidade de mudar as regras da aposentadoria.

Uma das metas é aumentar o tempo de contribuição e retardar o quanto for possível que o brasileiro se aposente.

Pois bem, nem mesmo integrantes do PT estão convencidos sobre essas mudanças.

O presidente do Sindicado dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e também presidente da Nova Central Sindical, Denilson Pestana, que foi candidato a deputado federal pelo PT, está inconformado.

Segundo ele, se ideia da presidente prosperar, vai ter briga. “Não podemos e não vamos concordar com isso. Essa história de o trabalhador pagar a conta dos desacertos do capital, de décadas de má administração da previdência brasileira, tem que acabar. Nesses momentos sempre é bom a gente lembrar que o capitalismo, no momento da formação do capital, valeu-se da colonização. Da exploração dos recursos naturais de outros países que eram submetidos, pelo uso da força. Depois, com a revolução industrial, vieram as jornadas desumanas de trabalho. E não havia aposentadoria. Mas havia trabalho infantil. Havia locais de trabalho insalubres. E, claro, salários de fome.
Por essas e por outras, é que vamos às ruas, vamos mobilizar a classe trabalhadora, caso o balão de ensaio se torne uma proposta. O que nós queremos, no caso da aposentadoria, é o fim do fator previdenciário”, disse Pestana em uma rede social.

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