Quem está do lado dos banqueiros mesmo?

Na eleição presidencial em 2014, a tropa de choque do PT, massacrou a adversária Marina Silva. Bateram na clorofilática sem dó nem piedade a acusando entre outras coisas, dela fazer acordo com bancos. Isso porque a coordenadora-geral da campanha de Marina era Maria Alice Setúbal ou Neca, como é conhecida.

Ela é herdeira do maior banco privado da América Latina, o Itaú. O linchamento deu certo e Dilma ganhou o Palácio do Planalto. E agora vendo o Lucro dos bancos no governo petista, notadamente o Bradesco e o Itau, o Mané aqui pergunta. Quem estava mesmo dos lados dos banqueiros?

Antonio Santiago, filósofo, ex-comunista e observador das ondas do mar

4 comentários em “Quem está do lado dos banqueiros mesmo?

  • 04/02/2016, 21:00 em 21:00
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    Também como um cara com um nomes desses ia querer ser comunista? Não ia dar certo mesmo! E falando em bancos, deixa os bancos terem seus lucros (o PT não é contra o lucro de ninguém, o PT não é comunista). Melhor assim do que no tempo de FHC, que salvou os bancos da quebradeira com dinheiro público. E os antipetistas na verdade não são contra o PT porque os bancos tem tido lucros escandalosos, são contra porque o PT ajudou a melhorar a renda dos pobres com a bolsa família e aumento real do salário mínimo. Esse é o pecado mortal do Lula e sua gangue.

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  • 04/02/2016, 22:32 em 22:32
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    Um esclarecimento por favor. Sr. Antonio é verdade que os comunistas ficavam jogando bomba molotov no cruzeiro das cidades?

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  • 05/02/2016, 14:37 em 14:37
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    O Mané aqui quer entender: linchamento?
    Os bancos acumulam rentabilidades recordes sucessivas, entra e sai ano. Nos governos militares, nos não militares, os dados estão aí a demonstrar a enorme concentração de renda.
    Não tem depósito compulsório, carta patente, descentralização ou cartelização, PROER, privatização e outras mutretas que consiga diminuir os ganhos dos bancos.
    Os bancos precisam ser enquadrados, pois compram títulos do governo a 15% ao ano, ou menos, e, em muitas vezes, emprestam a taxas mensais equivalentes ao juro básico anual. Contam com regalias tributárias ou negociais, que não podemos ter.
    Os bancos concentram dinheiro, que se traduz em poder, que por sua vez determina a política, que torna cada vez mais escassa a democracia.
    Falar em linchamento da Neca Setúbal é descabido. Na campanha, até onde eu percebi, ela foi ligada à empresa que é dona. Ela não foi taxada de banqueira. Ela é e está banqueira. Qual o problema?
    O crédito, o microcrédito (para residências, automóveis e eletrodomésticos) com taxas menos escorchantes dinamizaram nossa economia. Mesmo batendo recorde os bancos gritaram. Clamaram pela mudança. Querem mais, mais e mais. Investem pesado em publicidade, mantendo a segurança numa dieta paupérrima.
    O governo atual, numa tentativa de conciliação de classes (ops, categoria marxista analítica) nomeou ministro da fazenda banqueiro, que agora está no banco mundial contando aos parças o que viu por dentro, e, como espoliar ainda mais o Brasil. Um tiro no pé…
    Os bancos conseguem se moldar e ganham cada vez mais há muito tempo. Não é de hoje. Debitar esta conta somente no governo atual não credita nada para a democracia.

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  • 05/02/2016, 16:26 em 16:26
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    A Marina não perdeu a eleição porque tinha o apoio da dona do Banco Itaú:. Ela perdeu porque não tinha base eleitoral que a fizesse presidente. A Marina é igual o Hauly em Londrina: vai até um percentual dos votos e não passa disso. Pior que apoio do Itaú, foi a relação oportunista dela com o Eduardo Campos. Ele, se não tivesse morrido, hoje deveria estar preso na república do Moro já que foi um dos beneficiários do esquema da Petrobras que funcionava desde o governo FHC. Talvez a Globo e o Aécio iriam salvá-lo. Uma santa como a Marina não deveria se juntar com um sacripanta como o Eduardo Campos.

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