Sem horas extras serviços essenciais da UEL podem ser prejudicados

Na tarde de ontem, 25, o presidente da ASSUEL, tomou conhecimento de que a Secretaria de Fazenda do Paraná não autorizou o quantitativo de horas extras que mantém serviços essenciais da Universidade em funcionamento. As solicitações são encaminhadas pela instituição a cada trimestre para análise da Comissão de Politica Salarial do Estado do Paraná (CPS).

Atendendo a recomendação da 7ª Inspetoria do Tribunal de Contas do Estado o Conselho de Administração (CA) da UEL aprovou, na tarde desta quarta-feira (25), a suspensão do pagamento de Horas Extras a partir do próximo dia 16 de dezembro. O impacto da decisão deverá reduzir serviços essenciais no Hospital Universitário (HU), o Ambulatório do HU do Campus Universitário, Hospital Veterinário, Clínica Odontológica (COU) e Clínica Psicológica.

De acordo com o presidente da ASSUEL, Marcelo Seabra, o não pagamento das horas extras vai acarretar a suspensão de serviços essenciais , principalmente no atendimento à saúde da população que será a mais prejudicada. “Fomos surpreendidos com esta noticia e estaremos conversando com a nossa base para debater essa situação. É inadmissível que, em plena pandemia, com a chegada de uma segunda onda, o governo tome uma decisão dessas”, declarou Seabra. Ele lembrou ainda que, o HU ampliou 200 leitos esse ano para fazer o enfrentamento ao novo Coronavírus e as horas extras são fundamentais para manter os plantões.

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