Senado faz sessão extraordinária para votar projeto dos fretes

do G1

O Senado convocou para esta segunda-feira (28) uma sessão extraordinária para tentar votar a urgência do projeto que cria preços mínimos para o frete. Esta é uma das reivindicações dos caminhoneiros em greve em todo o país.

A informação foi divulgada pela Secretaria-Geral da Mesa do Senado, e os parlamentares já começarão a ser convocados a partir da tarde deste domingo (27).

Na prática, se a urgência for aprovada, o projeto poderá ser votado mais rapidamente pelo plenário do Senado.

A estratégia de convocar a sessão para esta segunda-feira é justamente limpar a pauta do plenário, trancada por seis medidas provisórias, que têm prioridade. Só depois é que o projeto dos fretes poderá ser votado.

Caminhoneiros de todo o país estão parados há sete dias. A categoria protesta contra o aumento no preço do óleo diesel.

Os bloqueios nas estradas têm provocado desabastecimento de combustível e alimentos em todo o país.

Projeto sobre fretes

A decisão de pautar o projeto foi tomada na semana passada pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), após participar dereunião com representantes do governo e de caminhoneiros no Palácio do Planalto.

A proposta cria a Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

De acordo com o projeto, o objetivo é promover “condições razoáveis aos fretes em todo o território nacional”. Para isso, o texto prevê elaboração semestral de tabela com valores por quilômetro rodado por eixo carregado e conforme a carga. (leia mais)

Um comentário em “Senado faz sessão extraordinária para votar projeto dos fretes

  • 27/05/2018, 20:58 em 20:58
    Permalink

    Ué…. Então os golpistas neoliberais estão usando como boia de salvação da encrenca em que eles enfiaram a economia do país um projeto de lei proposto pelo então deputado petista Assis do Couto? Como no capitalismo se pode estabelecer valores mínimos para um serviço que deve ser negociado livremente entre prestador de serviço e contratante? Quando a rola tá entrando, aí vale intervenção do estado na economia, né?

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