Um pouquinho de história: A Escolha de Belinati

Em 2004 na reeleição de Nedson Micheletti (PT) todo o staff de campanha do PT aliou-se a José Janene (PP) para salvar o registro de candidatura de Antonio Casemiro Belinati na Justiça Eleitoral. Era a senha para o grupo de Janene manter dois candidatos viáveis no segundo turno afastando a Luiz Carlos Hauly (PSDB), chegando a lançar seu irmão Assad Jannani como vice de Homero Barbosa Neto (PDT e que ficou em quarto lugar no primeiro turno).

 Em Brasília no Tribunal Superior Eleitoral o advogado encarregado de embargos auriculares era Sigmaringa Seixas (ex deputado federal do PT) ao lado de Paulo Bernardo.
 As pesquisas divulgadas era de um instituto de pesquisa que não mais existe – Experiencce e informava que a disputava era uma única polarização PT x PP, ou a esquerda contra a direita. Mas a história é outra: Hauly cada dia crescia e quase chegou a disputar o segundo turno, podendo desbancar Nedson. O TSE deu ganho de causa por 4 a 3 no recurso 23351, contra o próprio presidente Sepulveda Pertence que fez questão de votar (hoje é advogado de Lula) para acompanhar o ministro derrotado Peçanha Martins (STJ) que acompanhou o TRE do Paraná a pedido do Ministério Público Eleitoral e de Alvimar Santos (o Pai Jacó): “4. Se o candidato-recorrido era inelegível por ter sido cassado pela Câmara de Vereadores (art. 1º, I, alínea ‘c’, LC 64/90), não poderia filiar-se a novo partido em face da vedação legal (art. 16, Lei n. 9.096/95). 5. Recursos do impugnante e do Ministério Público Eleitoral conhecidos e providos para indeferir o registro”
Quem ganhou dinheiro e poder foi José Janene e o Brasil começou a viver a história do Mensalão e Petrolão aqui com certeza.
 
Então a mesma história se repete:” Casamento eleitoral – O PT claramente escolheu o deputado Jair Bolsonaro para brigar em plenário, observa o deputado Beto Mansur (MDB-SP). E o PT não esconde essa estratégia. Em conversas reservadas, os petistas têm a certeza de que uma disputa entre Bolsonaro e um candidato de Lula no segundo turno é a certeza do retorno do partido ao poder.” https://bit.ly/2I5KMaP

5 comentários em “Um pouquinho de história: A Escolha de Belinati

  • 30/04/2018, 22:19 em 22:19
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    Tudo isso pra dizer que Hauly tinha chances reais de se eleger prefeito? Corta essa, blogueiro! Ou você vai arrumar outras desculpas para as outras sete (se não me engano) derrotas que o Hauly sofreu quando tentou ocupar a prefeitura de Londrina? Como candidato a prefeito de Londrina, Hauly é um perdedor previsível. E essa “estória” de que o PT escolheu Bolsonaro como oponente prioritário? Que bobagem! É o eleitor que está pondo o Bolsonaro no segundo turno, segundo as pesquisas recentes. Se houver segundo turno. Porque, se Lula deixar de ser refém da republiqueta de Curitiba, Lula leva no primeiro turno. Meu amigo, os outros candidatos dos golpistas não ganham nem eleição de condomínio. Você está torcendo pelo Santo Alckmin, pelo milionário Álvaro Dias, pelo socialista de araque Joaquim Barbosa, pelo seu presidente Michel Temer…? Sorry!

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  • 01/05/2018, 00:05 em 00:05
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    “(…) e o Brasil começou a viver a história do Mensalão e Petrolão aqui com certeza.” Paçoca, com certeza NÃO! Vamos à História. Mensalão Tucano: 1998. Mensalão Petista: 2005 – 2006. Um não justifica o outro mas se a justiça tivesse punido a turma do Mensalão Tucano com certeza não teria acontecido o Mensalão Petista. E o Petrolão, meu amigo, também começou bem antes do governo Lula. Uma pequena citação da Folha de São Paulo: “as usinas da gestão Delcídio (a Folha aliviou porque a gestão era de FHC) deram mais prejuízo que a compra de Pasadena”. Pois é, Delcídio, antes de fazer caca no governo petista, já tinha feito no governo tucano. Quer saber mais como funcionava o “Petrolão” na época de FHC? Leia a delação premiada do Cerveró. Se o que ele delatou do PT serviu, deveria servir também o que ele delatou do PSDB. OK?

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  • 07/05/2018, 09:52 em 09:52
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    E gostam de puxar o saco até do comprador que não mais comprou a Viação Garcia, já que não pagou aos antigos donos: Mario Luft

    Número: LE115182012
    Data: 27/03/2012
    Projeto: PL002352011
    Publicação da Sanção 02/04/2012 Local de Publicação: Jornal Oficial, edição nº 1834, caderno único, fls. 6 e 7
    Autoria: MARCELO BELINATI MARTINS,
    Súmula: Confere o título de Cidadão Honorário de Londrina ao Doutor Mário Luft.

    mais detalhes da lei LE115182012..

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