Vereadores são presos acusados de explorar “funcionários fantasmas”

do Correio do Brasil

O Ministério Público cumpriu nesta terça-feira 10 mandatos de prisão preventiva contra vereadores de Osasco, na Grande São Paulo. Os parlamentares foram levados a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes e, em seguida, encaminhados para o Instituto Médico Legal para exame de corpo de delito.

O Ministério Público cumpriu nesta terça-feira 10 mandatos de prisão preventiva contra vereadores de Osasco, na Grande São Paulo

O Ministério Público cumpriu nesta terça-feira 10 mandatos de prisão preventiva contra vereadores de Osasco, na Grande São Paulo

As prisões são parte da Operação Caça Fantasma. Deflagrada em agosto de 2015 pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo. Os vereadores são suspeitos de manter um esquema de funcionários fantasmas. Além de captar de parte do salário de assessores. O Ministério Público estima que R$ 21 milhões foram desviados com as fraudes.

Ao total, foram denunciadas 217 pessoas, entre vereadores, assessores e funcionários fantasmas. Foram cumpridos 73 mandados de busca. Mais de 200 pessoas foram afastadas, cautelarmente, de seus cargos.

Até o início da tarde não haviam sido cumpridos quatro dos 14 pedidos de prisão expedidos contra vereadores do município. Um dos alvos, Rogério Lins (PTN), que foi eleito para prefeitura de Osasco nas últimas eleições, está em viagem ao exterior. (leia mais)

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