Possibilidade de cassação de prefeito, esquenta o clima na Câmara de Rolândia

A possibilidade real do prefeito de Rolândia, Johnny Lemann, ter o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral, deu início a uma “guerra” na Câmara de Vereadores da cidade. A relatora do processo de Lehmann, a ministra Maria Thereza de Assis Moura, já pediu data para julgamento do caso que pode acontecer ainda esta semana.

Se Lehmann for cassado, assume a prefeitura o atual presidente da Câmara, José de Paula.

Mas o próprio José de Paula está num embate árduo com a ex-presidente da Casa, Sabine Giesen, que foi vice-prefeita no primeiro mandato de Lehmann. Ela quer destituir o presidente da Câmara e a Mesa Diretora.

O imbróglio começou quando um vereador pediu ao presidente José de Paula para fazer parte de uma Comissão Permanente. Conforme a Lei Orgânica da Câmara, cabe à Mesa Diretiva definir os nomes dos integrantes das Comissões respeitando a representatividade de cada partido.

José de Paula negou o pedido do vereador.

Sabine Giesen, ingressou com um pedido de abertura de uma Comissão Especial de Inquérito para investigar se houve abuso de poder por parte do atual presidente. Porém, um dos vereadores que assinara o pedido de CEI retirou sua assinatura. E a Mesa Diretiva entendeu, orientada pela Assessoria Jurídica, que não deveria ler o pedido de CEI- primeiro passo para que ela pudesse ser aberta – em Plenário.

Sabine Giensen, inconformada, entrou com uma ação na Justiça pedindo uma liminar para que o solicitação da CEI fosse lida em Plenário. Mas o juiz do caso entendeu que quem deve decidir se o pedido de CEI será lido ou não é o Plenário. A discussão deve acontecer na sessão de hoje da Câmara ou no mais tardar na próxima segunda-feira.

 

 

Partido Solidariedade quer impeachment de Dilma

Mais de 200 mil assinaturas forma colhidas pelo partido Solidariedade. Eles pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O partido apoia o Vem pra Rua, Revoltados Online e Movimento Brasil Online. O partido diz ter embasamento  para o impeachment da presidente, segundo o partido Dilma poderia ser responsabilidade por crime de improbidade administrativa.

Vereadores têm pé atrás com a duplicação da PR-445

???????????????????????????????Há pouco tempo o prefeito Alexandre Kireeff teve a ideia de assumir a duplicação da PR-445, entre Londrina e Mauá da Serra. Mas a maioria dos vereadores não gostou muito dessa ideia. Oito vereadores são a favor da proposta, 11 são contra. O prefeito quer emprestar R$ 221 milhões, para cobrir custos de pedágio, que seria administrado por uma empresa pública. O período de concessão do trecho seria de 25 anos, com valor aproximado de R$ 5,60.

Hoje de manhã, em entrevista à rádio CBN, apresentado pela jornalista Raquel Rodrigues, explicou que para a duplicação da PR 445, o dinheiro não sairia do caixa normal da prefeitura, por isso não interferiria nos trabalhos normais e obras em andamento.

“Olha, é inaceitável que a segunda cidade do Paraná, com uma população de mais de meio milhão de habitantes, em uma região metropolitana com mais de 1 milhão de habitantes, seja ligada à capital por uma rodovia simples. Muita gente morre todos os anos nesta rodovia. É um absurdo. É bom esclarecer que não é o caixa da prefeitura que pagará pela duplicação e sim os usuários da rodovia, através do pedágio”, disse o prefeito.

372 casos de dengue

Londrina tem 437 casos de dengue confirmados, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Foram 65 casos confirmados entre agosto e dezembro de 2014. De janeiro até o presente mês foram 372 pessoas atingidas pelo mosquito Aedes Aegypti.

Campagnolo, presidente da Fiep, e a sedução do poder

fotos Gazeta do Povo

Já dizia o profeta – ou se não foi o profeta, foi um filósofo, ou se não foi um filósofo foi um pensador – que o poder muda as pessoas.

Na última eleição para a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em 2011, três candidaturas foram postas: Edson Campagnolo, Carlos Walter e Ricardo Barros (é aquele Ricardo Barros sim). O primeiro apoiado pelo então presidente Rodrigo Rocha Loures, o segundo era candidato de um grande número de industriais e o terceiro, Ricardo Barros, apoiado por ele mesmo e um ou outro político (veja aqui).

Para não deixar que Barros ganhasse força e transformasse a Fiep numa ferramenta política, os dois outros grupos se uniram e decidiram lançar apenas Campagnolo que acabou vencendo Barros de lavada – 69 a 21 votos – para alívio dos que defendem a Fiep apartidária.

Naquela época, para consolidar a união entre as duas chapas e lançar Campagnolo, foi acordado com ele que não haveria reeleição. Na Gazeta do Povo, do dia 27 de julho de 2011 Campagnolo disse o seguinte sobre a reeleição: 

Essa foi a minha primeira bandeira. Campagnolo quer o fim da reeleição na Federação. E, vai mais longe. Para ele, a reeleição deveria ser descartada da política brasileira. Esse exemplo eu quero transmitir para o ambiente político. A reeleição é desfavorável ao Brasil, disse ele. (leia mais aqui)

Nos quatro anos de mandato Campagnolo parece ter mudado de opinião. A tese da reeleição, que precisava ser alterada no estatuto da entidade, foi engavetada. Depois aproximou-se da senadora Gleisi Hoffmann e chegou a ser cogitado para ser candidato a vice-governador na chapa petista. E agora movimenta-se intensamente para ser reeleito presidente da Fiep.

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Usuário do transporte coletivo de Londrina, prepare o bolso!

O prefeito de Londrina foi o entrevistado da rádio Paiquerê Am, no sábado. E entre outros assuntos ele foi questionado sobre a polêmica da tarifa do transporte coletivo.

Ocorre que as empresas que operam o transporte coletivo na cidade ingressaram com uma ação na Justiça pedindo que fosse colocado na tarifa 7,5% referentes ao lucro da empresa. Segundo as empresas, o porcentual, que está no contrato, deixou de ser pago em 2004.

A prefeitura foi condenada, em primeiro grau, recalcular a tarifa, colocar o porcentual de lucro e pagar os valores retroativos a 2004. Até sexta-feira será anunciada a nova tarifa que pode chegar a R$ 3,25.

Sem juros e correção, a prefeitura estaria devendo R$ 30 milhões às empresas. Com a correção do período o valor salta para quase R$ 90 milhões.

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E o torcedor do Tubarão de fora de Londrina reclama: Vergonha do Premiere

“De que adianta termos um crescimento de torcida local, aferido pelo grupo Globo/RPC/JL e Premiére, de 3 para 11% em menos de quatros anos mas o assinante do pague-para-ver, que é torcedor do Tubarão ou do Maringá ou Foz, é obrigado a assistir o jogo grátis Cascavel x Coritiba na Band e Globo e também no Premiére. Tem que reclamar hoje para talvez ano que vem ofertar o payperview do LEC também.

Só para relembrar, a torcida do Londrina quadruplicou na cidade nos últimos anos. (leia aqui)

Londrina perde no dia do seu aniversário e se complica no Paranaense

E o Londrina?

É, o Londrina jogou mal no dia em que comemorava 59 anos de vida.

No primeiro tempo da partida contra o Maringá no Estádio do Café, mesmo tendo aberto o placar aos 21 minutos com um belo gol do meia Rone Dias, o time não se explicava. O LEC fugiu da sua característica que é a posse de bola e deixou o adversário à vontade.

Mas foi no segundo tempo que o time comandado por Cláudio Tencati demonstrou que está longe de estar arrumado e competitivo. Sonolento, cansado, e sem criatividade, o time foi engolido pela Zebra. Aos 32 minutos, numa bola cruzada dentro da área, o goleiro Vítor saiu errado e o maringaense Max empatou.

Longe de conseguir reagir, o Londrina viu, aos 44 minutos, Rodrigo Dantas fechar o caixão do LEC, marcando o segundo gol.

Na quarta-feira  os dois times voltam a se enfrentar, desta vez, no estádio Willie Davids, em Maringá, o time da casa joga por um empate para seguir para a próxima fase.

Foto Pedro Rampazzo/Assessoria LEC

 

Morto em 2010, ex-deputado é alvo de série de processos

Felipe Bächtold, Folha de S. Paulo

Figura central no escândalo da Petrobras, o ex-deputado paranaense José Janene ainda é alvo de uma série de ações na Justiça quase cinco anos após sua morte.
Processos cobram do espólio do ex-congressista do PP a devolução de dinheiro supostamente obtido com irregularidades na Prefeitura de Londrina, onde era a sua base eleitoral, e no mensalão.
Em 2014, por exemplo, o espólio de Janene foi condenado, junto com outras pessoas, a ressarcir em cerca de R$ 800 mil os cofres do município – o caso agora está no Tribunal de Justiça paranaense.
Agora a Procuradoria-Geral da República dá destaque ao papel de Janene no esquema de corrupção na Petrobras. Foi ele quem patrocinou a indicação de Paulo Roberto Costa a uma diretoria da estatal em 2004. Em delação, Costa e o doleiro Alberto Youssef descrevem Janene como o artífice do esquema.
Suspeitas sobre o patrimônio de Janene estão no embrião da Lava Jato, deflagrada há um ano. Em um dos processos da operação, a filha dele Danielle e o irmão Assad são réus acusados de lavagem de dinheiro, proveniente do mensalão, com a ajuda de Youssef.
Youssef disse que, após a morte de Janene, deputados do PP combinaram de repassar à família dinheiro vindo de projetos da Petrobras por “consideração por tudo que ele havia feito pelo partido”.
Na Justiça, ações o acusam de desvios em Londrina durante a gestão de Antonio Belinati (PP), no fim dos anos 90. O Ministério Público os acusou de fraudar licitações para abastecer campanhas.
Os desvios, diz o órgão, foram principalmente na firma local de urbanização, em pagamentos como a compra de equipamentos – lixeiras, por exemplo– e de serviços.
Em quatro das ações, os valores corrigidos cobrados dos réus chegam a R$ 4,5 milhões.
A morte de Janene aos 55 anos, em setembro de 2010, ocorreu antes do julgamento do mensalão. Ainda assim, uma ação de improbidade cobra do espólio e de outros envolvidos o ressarcimento dos danos ao erário. Janene foi deputado entre 1995 e 2007.
A defesa de Danielle Kemmer Janene, filha de Janene, disse que não poderia se manifestar a respeito dos processos relacionados ao espólio.
À Justiça, Danielle negou as acusações da ação ligada à Lava Jato e afirmou que não há detalhes na ação sobre de que maneira ela teria participado dos crimes apontados.
A defesa de Belinati diz que ele não teve participação nas irregularidades apontadas.
No Supremo, a defesa de Janene negou as acusações do mensalão. Disse que ele não votava sempre com o governo e que o dinheiro tinha origem legal.

Em Londrina, encenação da Paixão de Cristo na Vila Portuguesa

Do N.Com/Londrina

O espetáculo “Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo de Londrina”, será realizado hoje, às 19 horas, no Centro Social Urbano, localizado na rua Atílio Scudeler, Vila Portuguesa. A apresentação conta com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura.
A história retrata desde o nascimento de Jesus, intrigas de Caifas, dúvidas de Pilatos, cura do cego, prisão de Jesus no Jardim das Oliveiras, até a morte e ressurreição de Jesus Cristo.  É encenado por 530 atores amadores que se apresentam ao ar livre, com nove palcos fixos e 100 voluntários no trabalho técnico.
Segundo o ator, Davi Dias, a expectativa de público é de aproximadamente 35 mil pessoas. “O principal objetivo do espetáculo é a evangelização e também a valorização da moral e ética, além da integração do público com as pessoas que participam voluntariamente”, afirmou.

Grupo – Jovens da Paróquia Nossa Senhora da Paz em 1978 realizaram a primeira apresentação teatral da Paixão de Cristo. Atualmente, são em média 630 voluntários envolvidos no espetáculo, considerado um dos maiores eventos do interior do Paraná.

Londrina enfrentará o Santos no dia 15

O jogo de volta do Londrina Esporte Clube com o Santos, pela primeira fase da Copa do Brasil, teve a data e o local alterado.

A partida será no dia 15 de abril, em São José dos Campos, às 19h30. O pedido de mudança da data foi feito pelo Santos e também atendeu os interesses da SporTV, emissora ligada à Globo e que deve transmitir a partida.

PT e PSDB usam a mesma tática da desqualificação

O governador Beto Richa anda estudando muito as estratégias do PT. Quando se sente acuado – e isso acontece o tempo todo -, o Partido dos Trabalhadores ataca quem os denuncia, faz o possível e o impossível para desqualificar não a denúncia, mas o denunciante.

Nos últimos dias o governador Beto Richa tem feito exatamente o mesmo. Agora, ao se referir ao seu ex-assessor para assuntos inimagináveis, Marcelo Caramori,o Pato Roco, o chama de “pedófilo” e explorador sexual. O objetivo é claro, é reduzir o impacto das informações que Pato Roco está passando para o GAECO.

Preso por exploração sexual de menores, o ex-assessor que tatuou o nome do governador no próprio braço, abriu o bico sobre outras frentes de crime. Abriu a caixa de ferramentas para falar sobre os esquemas de corrupção e sonegação fiscal de seus clientes auditores da Receita Estadual e agora colocou na parada o primo do governador, Luiz Abi, preso acusado de fraude em prestação de serviços. Diz Pato Roco que Abi tinha influência na nomeação dos auditores.

 

Para proteger os magistrados

O deputado federal Evandro Roman (PSD-PR) apresentou, na terça feira, o Projeto de Lei 996/15, que tipifica como homicídio qualificado os crimes praticados contra membros do Judiciário. O documento prevê pena maior também para criminosos que atentarem contra a vida de seus familiares (até o 3º grau de parentesco).

De acordo com o parlamentar, muitos crimes contra membros do judiciário são motivados por vingança e a lei não penaliza de forma contundente. Quando os atos não são diretamente praticados contra os magistrados, afetam suas famílias.

É justo.

Mas também é preciso mudar a lei e aplicar penas severas a magistrados e a outros membros do judiciário envolvidos em corrupção, desvios de conduta, etc. Hoje, em muitos casos, o magistrado que comete crime é “punido” com aposentadoria vitalícia”.

As famílias que ocupam a Assembleia Legislativa do Paraná

Do Angelo Rigon
Saiu finalmente a relação de todos os assessores dos deputados estaduais e funcionários da Assembleia Legislativa do Paraná. Como existem nomeados nos blocos partidários, alguns deputados possuem mais assessores que outros. A jovem Maria Victória (PP), por exemplo, além dos 15 ligados diretamente ao seu gabinete possui outros indicados, como o ex-secretário Vagner Mussio, que no papel é assessor do Bloco Parlamentar PP/PMN/SD, assim como outros 11, entre eles Cinthya Salles Belinati, Eliane Lee Swain Kfouri e Miguel Gustavo Lopes Kfouri. Alias, na relação toda há muito sobrenome conhecido.