Deputados do PSL contratam advogados e firmas fantasmas com verba pública

Farra com as verbas – PSL – foto agência Brasil

Da Revista Exame

20 dos 53 deputados do partido gastaram verba da cota parlamentar em empresas que não funcionam nos endereços registrados em notas fiscais

Brasília — Deputados federais do PSL contrataram com dinheiro público da Câmara escritórios de advocacia que também prestam serviços para eles próprios em causas particulares.

Reportagem do jornal O Estado de São Paulo identificou que, dos 19 escritórios de advocacia contratados por esses congressistas com recursos da cota parlamentar, 11 são compostos por advogados que atuam ou já atuaram em causas privadas dos deputados. (mais…)

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Francischini pede a prisão preventiva de presidente da CUT

O deputado federal Fernando Francischini, ex-secretário de Segurança (?) do Paraná, está requerendo ao Procurador Geral da República a Prisão Preventiva do Presidente da CUT, Vagner  Freitas, por Apologia ao Crime e Formação de Quadrilha, bem como a abertura de Inquérito Criminal contra Dilma e Lula por conivência com possíveis ações contra a população brasileira que irá as ruas no dia 16!

Ontem, em um evento em Brasília, com movimentos sociais e na presença da presidente Dilma, Freitas disse: “Somos defensores da unidade nacional na construção de um projeto nacional de desenvolvimento para todos e para todas. E que isso implica agora nesse momento ir para as ruas entrincheirados com arma na mão se tentarem derrubar a presidenta Dilma Rousseff”, disse o presidente da CUT.

 

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Francischini não é mais Secretário de Segurança do Paraná

O secretário de Segurança Pública do Paraná, Fernando Francischini, acaba de deixar a função. No lugar dele assume o delegado da Polícia Federal Wágner Mesquita de Oliveira.

As primeiras informações são de que Francischini não aguentou a artilharia pesada contra ele. Ontem, durante reunião do conselho de crise do governo Richa, a discussão era em torno do nome de Francischini. A manutenção dele no cargo agravaria ainda mais a crise entre o governo e os servidores públicos.

Se não pedisse demissão, seria demitido.

Com a saída de Francischini o governo Richa espera acalmar não só os servidores e abrir um canal de diálogo, mas também dar uma resposta aos policiais que não viam mais em Francischini um líder e não concordavam em permanecer sob seu comando.

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Governo deve anunciar a tarde a exoneração do secretário da (In) Segurança, Fernando Francischini

Não é oficial, mas fontes do Palácio Iguaçu acabam de confirmar que o Secretário de (In)Segurança do Paraná, o deputado Federal Fernando Francischini, dançou.

À tarde deve ser confirmada a sua saída da Secretaria.

Francischini, que de Batman virou um mero Pinguin, não aguentou o desgaste provocado pela desgraceira ocorrida em 29 de abril quando 213 pessoas ficaram feridas durante o confronto entre a PM e servidores em Curitiba.

Depois de um silêncio sem precedentes para quem é tão falante, Francischini organizou uma coletiva e tirou o dele da reta olimpicamente. Jogou toda a culpa na PM e no seu comandante, Cesar Kogut.

As declarações de Francischini, que vinha sendo odiado pelos professores estaduais, servidores e demais paranaenses pela desastrada operação em Curitiba, arrebentaram com o humor da tropa. Nos quartéis os policiais estavam putos da vida com a tirada da reta do Secretário.

A saída dele vai ajudar a reduzir a pressão em cima do governo e, quem sabe, abrir um novo canal de diálogo.

 

 

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A truculência como estratégia de governo?

Oh mai Godi!
Clint Eastwood está fazendo escola pelo mundo.

Ainda é cedo para avaliar o trabalho do secretário de Segurança Pública do Paraná Fernando Francischini. Mas já dá para dar para ele o título de “Sem Noção” do ano e olhe que só estamos em janeiro.

Francischini, versão fake de Eastwood – astro de filmes como “Por um Punhado de Dólares”, Os Imperdoáveis”, “Grand Torino”, e o truculento policial “Harry Callahan, mais conhecido como Dirty Harry” –   apareceu no programa Tribuna da Massa com uma pistola no cinto e uma insignia, como se fosse para uma guerra.

Talvez seja esta a imagem que o governo do Paraná quer passar para o Brasil. A imagem de um estado onde secretários andam armados e a truculência seja uma estratégia de governo.

 

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