Francischini pede a prisão preventiva de presidente da CUT

O deputado federal Fernando Francischini, ex-secretário de Segurança (?) do Paraná, está requerendo ao Procurador Geral da República a Prisão Preventiva do Presidente da CUT, Vagner  Freitas, por Apologia ao Crime e Formação de Quadrilha, bem como a abertura de Inquérito Criminal contra Dilma e Lula por conivência com possíveis ações contra a população brasileira que irá as ruas no dia 16!

Ontem, em um evento em Brasília, com movimentos sociais e na presença da presidente Dilma, Freitas disse: “Somos defensores da unidade nacional na construção de um projeto nacional de desenvolvimento para todos e para todas. E que isso implica agora nesse momento ir para as ruas entrincheirados com arma na mão se tentarem derrubar a presidenta Dilma Rousseff”, disse o presidente da CUT.

 

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Francischini não é mais Secretário de Segurança do Paraná

O secretário de Segurança Pública do Paraná, Fernando Francischini, acaba de deixar a função. No lugar dele assume o delegado da Polícia Federal Wágner Mesquita de Oliveira.

As primeiras informações são de que Francischini não aguentou a artilharia pesada contra ele. Ontem, durante reunião do conselho de crise do governo Richa, a discussão era em torno do nome de Francischini. A manutenção dele no cargo agravaria ainda mais a crise entre o governo e os servidores públicos.

Se não pedisse demissão, seria demitido.

Com a saída de Francischini o governo Richa espera acalmar não só os servidores e abrir um canal de diálogo, mas também dar uma resposta aos policiais que não viam mais em Francischini um líder e não concordavam em permanecer sob seu comando.

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Governo deve anunciar a tarde a exoneração do secretário da (In) Segurança, Fernando Francischini

Não é oficial, mas fontes do Palácio Iguaçu acabam de confirmar que o Secretário de (In)Segurança do Paraná, o deputado Federal Fernando Francischini, dançou.

À tarde deve ser confirmada a sua saída da Secretaria.

Francischini, que de Batman virou um mero Pinguin, não aguentou o desgaste provocado pela desgraceira ocorrida em 29 de abril quando 213 pessoas ficaram feridas durante o confronto entre a PM e servidores em Curitiba.

Depois de um silêncio sem precedentes para quem é tão falante, Francischini organizou uma coletiva e tirou o dele da reta olimpicamente. Jogou toda a culpa na PM e no seu comandante, Cesar Kogut.

As declarações de Francischini, que vinha sendo odiado pelos professores estaduais, servidores e demais paranaenses pela desastrada operação em Curitiba, arrebentaram com o humor da tropa. Nos quartéis os policiais estavam putos da vida com a tirada da reta do Secretário.

A saída dele vai ajudar a reduzir a pressão em cima do governo e, quem sabe, abrir um novo canal de diálogo.

 

 

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A truculência como estratégia de governo?

Oh mai Godi!
Clint Eastwood está fazendo escola pelo mundo.

Ainda é cedo para avaliar o trabalho do secretário de Segurança Pública do Paraná Fernando Francischini. Mas já dá para dar para ele o título de “Sem Noção” do ano e olhe que só estamos em janeiro.

Francischini, versão fake de Eastwood – astro de filmes como “Por um Punhado de Dólares”, Os Imperdoáveis”, “Grand Torino”, e o truculento policial “Harry Callahan, mais conhecido como Dirty Harry” –   apareceu no programa Tribuna da Massa com uma pistola no cinto e uma insignia, como se fosse para uma guerra.

Talvez seja esta a imagem que o governo do Paraná quer passar para o Brasil. A imagem de um estado onde secretários andam armados e a truculência seja uma estratégia de governo.

 

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