Quais os erros que a esquerda cometeu? Veja, a Esquerda no Divã

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Portal da Transparência mostra: Cargo em Comissão na Saúde de Londrina R$ 8.122,00

Durante a campanha eleitoral de 2016 o então candidato a prefeito de Londrina, o médico e advogado Marcelo Belinati, dizia que havia R$ 500 milhões destinados à Saude da cidade. “Não falta dinheiro, falta gerenciamento, gestão”, dizia como um mantra sem fim.

Passados quase nove meses de mandato – tempo de uma gestação – a Saúde de Londrina mostra que não adianta torturar os números, eles são o que são.

Primeiro Belinati tentou contratar um médico para ser o Secretário de Saúde. O convidado aceitou, mas deixou claro que não poderia deixar sua atividade profissional para exclusivamente ser secretário. Não deu certo. O médico pediu exoneração.

Belinati então partiu para o plano B, C, D. Os médicos convidados não aceitaram pois sabiam do tamanho da encrenca.

O prefeito optou por um gestor fora da área médica. Houve protestos internos. Até hoje muitos dos servidores da Saúde não engolem a decisão.

Pois bem, não sobrava dinheiro na Saúde. Belinati mandou cortar horas extras, reduzir plantões, etc, para economizar. Tem sido cada vez mais comuns as reclamações de falta de médico nas UPAS, nos Postos de Saúde, demora no atendimento, etc.

Economizar mais ou menos. Pois tirou as horas extras dos funcionários, porém já nomeou na Saúde três cargos comissionados, com salários brutos que chegam a R$ 8.122,00. Está no Portal da Transparência.

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Belinati, o sobrinho, Malufou ou Belinatou de vez

E o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, em entrevista ao jornalista Fernando Brevilheri, da TV Tarobá, “malufou de vez, ou Belinatou de vez”.

Disse ele que “a imprensa faz terrorismo e causa pânico com o IPTU”.

Na verdade é o contrário. (mais…)

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Ex-prefeito de Londrina, Nedson Micheleti é alvo de ação criminal

Claudia Lima/CBN Londrina

O promotor de defesa do patrimônio público, Ricardo Benvenho entrou com uma ação criminal contra nove pessoas, entre elas Jack Dias, então secretário municipal de gestão pública e o ex-prefeito Nedson Micheleti. Ele explica que empresas, que faziam parte de um cartel que já atuava em São Paulo cooptaram os gestores públicos para facilitar a assinatura de contratos de fornecimento de merenda escolar na rede municipal de Londrina. (mais…)

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Como está a Sercomtel? Uma análise para ser mastigada no fim de semana

Pelo jeito vai bem.
Sai de um lucro anunciado pelo ex-gestor Christian Schneider (hoje na equipe do ministro de Comunicações Gilberto Kassab – PSD – no Postalis) para um prejuízo anunciado com pompa e circunstância pelo prefeito Marcelo Belinati e o novo presidente da empresa Luiz Adati de 800 milhões de reais.
Daí aquele processo que estava administrado na ANATEL ao lado da mega OI é colocado em pauta e todo mundo vê a crise de frente: desde 1998 quando o condenado ex-prefeito Antonio Belinati (tio do atual alcaide) requereu um empréstimo de R$ 100 milhões de reais da então rica empresa em 1998 (um ano após o fim do monopólio das telecomunicações). No balanço da empresa há uma dívida de R$ 24 milhões de reais apontado como sendo da Prefeitura e sócia da empresa – mas ninguém cobra(http://bit.ly/2emDZJc).

(mais…)

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Hackers atacam prefeituras do Paraná

Olha a zica que dá a malandragem na internet. Sabaudia ficou quase 30 dias com seu sistema desligado devido a ação de rackers.

Esta semana foi a vez de Cafeara e Florestópolis.

Centenário do Sul teve que desligar seu sistema após perceber várias tentativas de invasão.

A AMP (Associação dos Municípios do Paraná) tem recebido várias consultas sobre o problema, mas diante da falta de recursos de rastreamento dos invasores, a orientação tem sido registrar ocorrência na polícia.

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Tempos de Cigarro Sem Filtro: A Ditadura Militar sob a ótica de pessoas comuns, das periferias das cidades

Tempos de Cigarro Sem Filtro, primeiro romance do jornalista José Maschio, retrata o Brasil da década de 1970. O período sombrio da ditadura militar aparece através dos olhos de pessoas humildes, cidadãos simples levando suas vidas simples na periferia das cidades.

Em Tempos de Cigarro Sem Filtro, José Maschio, com sua longa experiência como repórter, narra a história de Jaso e Maria, um casal unidos pela miséria. Vivem na periferia de uma típica cidade brasileira dividida por desigualdades sociais e econômicas. Jaso é um peão para qualquer trabalho braçal, Maria uma lavadeira de roupas.

Veja e compartilhe a entrevista exclusiva do autor ao blog:

O lançamento do livro acontee hoje às 19h30 no Sesc Cadeião, em Londrina.

O preço do livro é bem camarada: R$ 30,00

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Comove o esforço do prefeito Marcelo Belinati em dificultar o acesso à informação sobre o aumento do IPTU

Belinati – foto Baixo Clero

É comovente o esforço do prefeito de Londrina, Marcelo Belinati e de sua equipe em dificultar o acesso a informação sobre quanto você e eu vamos pagar de IPTU no ano que vem.

Na campanha ele falava em desburocratização, informatização, transparência,

etc.

O que mudou? (mais…)

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Depois de César Silvestre, Kireeff, também pré-candidato ao governo, fala ao blog

Os bastidores da política do Paraná já estão se movimentando para as eleições de 2018. Na última semana o blog entrevistou César Silvestre Filho (PPS), prefeito reeleito de Guarapuava, que está percorrendo o estado para tentar viabilizar  sua candidatura ao governo do Paraná.

Amanhã, nova entrevista. A vítima, quer dizer, o entrevistado é Alexandre Kireeff (PODE), que também está buscando espaço para ser candidato ao governo. (mais…)

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Depois de 15 anos Belinati é condenado a devolver 3 milhões. Veja a sentença na integra

Do G1

O ex-prefeito de Londrina Antônio Belinati foi condenado pela 1ª Vara da Fazenda Pública a devolver mais de R$ 3 milhões aos cofres públicos em uma ação que investiga fraude em licitação de serviços de roçagem em terrenos da prefeitura, em 1998.

(mais…)

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Copel também tem culpa no imbróglio da Sercomtel

A sócia Copel também é culpada pela crise na Sercomtel. Para quem não se lembra, em 1998 45% das ações da Sercomtel foram vendidas para a Copel – no valor de R$ 186 milhões (hoje quase 1 bilhão) – numa articulação entre o ex-prefeito Antônio Belinati e o então governador Jaime Lerner, cuja vice era Emilia Belinati, na época esposa de Antônio Belinati.

Pouco tempo depois o Ministério Público denunciou que parte do dinheiro da venda das ações da empresa foi usado em campanhas eleitorais e, em especial, na reeleição de Lerner ao governo. (mais…)

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O que levou o auditor delator a mudar de ideia?

Até há poucos dias o delator da Operação Publicano, o ex-auditor fiscal Luiz Antonio de Souza, reclamava ao juiz Juliano Nanuncio que nem tudo o que estava escrito no processo teria sido dito por ele. Por isso, exigia que as gravações em video e audio dos depoimentos fossem apresentados para que ele e seu advogado pudessem comparar e comprovar que havia divergências. Chegou a dizer ao juiz que “os investigadores o gravavam indo a padaria, gravavam saindo da padaria, gravavam telefonemas de todo mundo em vários momentos de sua vida”, e questionava porque os depoimentos gravados não podiam ser apresentados pelo MP para a comparação. Reclamou em depoimento, gravado e degravado, que alguns nomes haviam sido “aliviados” na acusação.

Souza teve a delação anulada devido a uma denuncia de que continuava tentando extorquir empresários para não citar o nome deles.

Depois de meses renegociando com a Justiça, ontem foi homologada novamente a delação. Para isso, óbvio, ele se comprometeu a reafirmar tudo o que estava escrito. Mas se havia discordância em relação ao texto e ao que foi dito, o que o levou a mudar de ideia?

Ocorre que há um cheiro estranho no ar. Alguns empresários reclamam que além de terem sido extorquidos estão recebendo a mão pesada da Justiça, enquanto outros personagens influentes, recebem o beneplácito do sistema.

 

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Operação Publicano: Ex-auditor fiscal entrega mais bens à Justiça e delação é homologada

O juiz da  3ª  Vara Criminal de Londrina,  Juliano Nanuncio, decidiu acatar o pedido da defesa do delator da Operação Publicano, o auditor fiscal Luiz Antônio de souza, e homologou hoje o acordo de delação premiada.

O acordo de delação havia sido desfeito depois que o Ministério Público acusou o auditor de estar chantageando empresários mesmo depois de preso.

 

No novo acordo, Luiz Antonio de Souza é obrigado a entregar outros bens que foram adquiridos através da corrupção. Além de uma fazenda que já fazia parte do acordo anterior, Souza entrega para a Justiça uma sala comercial na Gleba Palhano, outra na Avenida São Paulo, metade de um barracão industrial – todos em Londrina – mais uma casa comercial em Maringá. Também ficam com a justiça os cerca de R$ 350 mil encontrados em contas bancárias dele.

Segundo o advogado Eduardo Duarte Ferreira o acordo ficou um meio termo entre o que a defesa queria e o que o Ministério Público desejava. Desta forma Souza agora passa a ratificar tudo o que disse na fase de investigação.

Traduzindo: casas irão cair.

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