Moro, sempre calmo, vaselinou em alguns momentos, e deixou claro sua fidelidade

O ministro da Justiça Sérgio Moro foi o entrevistado de ontem do programa Roda Viva, da TV Cultura. Foi sabatinado por jornalistas de vários veículos.

Na média até que se saiu bem. Deixou claro que, se depender dele, continuará fiel a Bolsonaro e não vai, em hipótese alguma, contrariar o mandatário do País em público.

Mantendo sempre uma postura calma, falou sobre diversos assuntos. Em alguns espinhosos ele vaselinou, como de hábito. Por exemplo, ao ser questionado sobre o enrolado ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), denunciado e indiciado pela Polícia Federal, se gostaria que ele fosse demitido do governo, Moro disse que há investigação em andamento e que a decisão é do presidente. Ou seja, não opinou.

Também se esquivou olimpicamente sobre o caso do chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social, Fabio Wajngarten, sócio de uma empresa que tem como clientes midias que recebem do governo, o que é contra a lei.

Disse que não tem interesse, no momento, em concorrer a cargos eletivos, mas confirmou que não assinaria um documento dizendo que nunca se candidatará.

Foi questionado ainda sobre suas atitudes quando era juiz principalmente em relação à Vaza Jato. Reafirmou que, no seu entendimento os áudios vazados não comprovam irregularidades cometidas por ele ou que tenha instruído os promotores nas ações que resultaram na prisão e condenação de diversos políticos, inclusive do ex-presidente Lula.

Comentou ainda que a relação dele com o presidente é ótima.

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Moro defende que Congresso mude a lei para prisão em segunda instância

Sérgio Moro – Pedro França/Agência Senado

da Veja

O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou em nota emitida nesta sexta-feira, 8, que o Congresso pode alterar a Constituição e determinar novamente as prisões após condenação em segunda instância. O posicionamento do ex-juiz da Operação Lava Jato ocorre um dia após maioria do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) decidir que a execução da pena deve ocorrer somente após o trânsito em julgado, quando não cabe mais recursos da defesa. (mais…)

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Colaboradora “informal” da Lava Jato pode melar provas da Operação

do Diário do Poder

A contadora Meire Poza, condenada na Lava Jato por lavagem de dinheiro, protocolou na Justiça documentos que comprovariam que ela era uma espécie de informante da Polícia Federal sobre outros acusados e que tinha acesso a informações sigilosas da operação.
O fato de ser uma colaboradora informal, sem ter assinado acordo de delação, pode levar a questionamentos sobre a legalidade da sua atuação e das provas obtidas com sua ajuda, segundo advogados. (mais…)

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André Vargas estaria pronto pra falar

Indo para o quinto mês de cana, os ex-deputados federais André Vargas (ex-PT) e Luiz Argôlo (ex-SD), comenta-se na Polícia Federal, estão prontos para “contribuir” com a limpeza do País.

Abandonados pelos antes mui amigos e companheiros, estão vendo que se não abrirem o bico amargarão muitos anos de cadeia.

Se realmente começaram a falar, o que se espera para os próximos dias, mais uma galera graúda vai cair, inclusive alguns paranaenses.

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