Conversa Política com Paulo Briguet. Da esquerda para a Direita com algumas escalas

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Quais os erros que a esquerda cometeu? Veja, a Esquerda no Divã

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É, Ratinho, antes tarde do que nunca

Faça o que eu digo… Mas antes tarde do que nunca.

Pois é, só agora Ratinho Jr?

O Secretário de Desenvolvimento Urbano do Paraná, deputado estadual Ratinho Júnior, que está deixando o governo, decidiu implantar ontem o programa de compliance no Paranacidade – o serviço social autônomo vinculado a Secretaria. “O programa de compliance traz mais transparência em todos os atos de gestão, estabelece normas e regras de conduta e de ética aos profissionais que fazem parte do Paranacidade”, disse Ratinho Junior que vai ser candidato ao governo em 2018.

Tá, mas só depois de anos e anos dentro do governo?

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Petistas programam manifestação pró Lula em Curitiba

Lula e o parça Palocci. Foto site EsquerdaDiário

Amanhã o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – cuja alcunha é “A Alma mais Honesta do Brasil” vai prestar depoimento ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba.

Os petistas – aqueles que ainda acreditam e os que precisam acreditar – marcaram uma manifestação em poio ao ex-presidente. Será na Praça Generoso Marques (próximo à Catedral), no centro de Curitiba, a partir das 18h. Antes, às 16h30, uma aula pública com a presença do ministro da Justiça do governo Dilma RousseffEugênio Aragão, discutirá os métodos utilizados pela Operação Lava Jato.

Confira a programação completa do dia 13/09: (mais…)

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Stephanes Jr xinga padre de “bandidinho, marginal…”

E o deputado estadual Stephanes Jr (PSB) pisa feio no tomate, na jaca e em tudo em volta durante a discussão sobre a lei que autoriza a venda de bebida alcoolica nos estádios do Paraná.

Ele se dirige a um dos manifestantes e o xinga de bandido, como lembra o jornalista Fernando Tupan:

Stephanes disparou: “você deve ter sido comprado por alguém pra tá aí, né de azulzinho? Você é marginal, tá fazendo o que aí? Presidente, olha o marginal ali, o bandido ali… o bandidinho ali, bandido, bandido…” O problema é que o de “azulzinho” era um assessor do arcebispo de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo, conhecido como Padre Alex, Alexsander Cordeiro Lopes, coordenador da Ação Evangelizadora da Cúria Metropolitana. O sacerdote ficou de cara e se manifestou na conta do Facebook toda a indignação.

Veja abaixo o que escreveu o padre nas redes sociais sobre o episódio e o destempero do deputado que se diz católico. (mais…)

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Delator diz que encontrou-se com Richa para discutir Caixa 2

Richa e Traiano – Bons Companheios
foto Carta Capital

Do blog do Fernando Tupan

O dono da Construtora Valor, Eduardo Lopes de Souza, afirmou aos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) que o então diretor da Secretaria de Educação (Seed) Maurício Fanini participou de uma reunião na casa do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), 45 dias antes da eleição de 2014, para discutir caixa dois. O G1 e a RPC Curitiba tiveram acesso à delação premiada firmada pelo empresário com o Ministério Público Federal (MPF), que ainda precisa ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O atual presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Ademar Traiano (PSDB), também participou do encontro, afirma o empresário. Eduardo Souza é investigado por fraudes em licitações na construção de escolas do estado. Ele é investigado por fraudes em licitações na construção de escolas do Paraná que chegam a R$ 20 milhões. As informações são do G1. Paraná

(mais…)

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Municípios conseguem prorrogar prazo para assumirem licença ambiental

A Associação dos Municípios do Paraná e a Associação dos Municípios do Médioparanapanema conseguiram prorrogar o prazo para os municípios pequenos assumirem o licenciamento ambiental.

A informação foi repassada ontem aos prefeitos durante reunião da Amepar, em Londrina, pela procuradora jurídica da AMP, doutora Francine Frederico. O Conselho Estadual do Meio Ambiente vai formar um grupo de trabalho para avaliar as dificuldades e buscar uma solução. (mais…)

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Tempos de Cigarro Sem Filtro: A Ditadura Militar sob a ótica de pessoas comuns, das periferias das cidades

Tempos de Cigarro Sem Filtro, primeiro romance do jornalista José Maschio, retrata o Brasil da década de 1970. O período sombrio da ditadura militar aparece através dos olhos de pessoas humildes, cidadãos simples levando suas vidas simples na periferia das cidades.

Em Tempos de Cigarro Sem Filtro, José Maschio, com sua longa experiência como repórter, narra a história de Jaso e Maria, um casal unidos pela miséria. Vivem na periferia de uma típica cidade brasileira dividida por desigualdades sociais e econômicas. Jaso é um peão para qualquer trabalho braçal, Maria uma lavadeira de roupas.

Veja e compartilhe a entrevista exclusiva do autor ao blog:

O lançamento do livro acontee hoje às 19h30 no Sesc Cadeião, em Londrina.

O preço do livro é bem camarada: R$ 30,00

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Não há limites para a ambição dos Barros

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, conhecido pelas declarações desastradas que já ofenderam médicos, mulheres e outros grupos, tem um objetivo muito claro: quer se manter no poder, custe o que custar

A revista Piaui trouxe, dias atrás, uma matéria interessante sobre os movimentos do camaleônico ministro da Saúde, Ricardo Barros, para fazer de sua família a nova oligarquia do Paraná.

Veja a matéria produzida pelo jornalista Rafael Moro Martins:

O CÉU É O LIMITE

trajeto entre a igreja e o salão de festas era curto – coisa de poucos metros de caminhada –, mas havia se formado um inesperado e incontrolável corredor polonês. De um lado, manifestantes gritavam “Fora Temer”, cuspiam, jogavam ovos, garrafas e até pedras portuguesas nos convidados da festa – que, no outro extremo, tentavam se proteger dos ataques com as mãos, abaixando-se. Com guarda-chuvas, seguranças contratados para o evento tentavam socorrer os convidados do bombardeio. No meio, a noiva ria amarelo, o rosto transparecendo contrariedade, tentando sublimar o que acontecia. (mais…)

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João Arruda racha família Requião

Grandes amigos, hoje um tanto estremecidos

do Fabio Campana

Em entrevista ao npdiario.com, o deputado João Arruda (PMDB) expôs o atual racha na família do senador Roberto Requião (PMDB). Arruda é sobrinho de Requião, mas vai disputar o comando do diretório do partido em Curitiba contra o indicado pelo senador. “Eu me chamo João Arruda! Política é coisa séria. Na última eleição não pedi nem gravação de apoio para o Requião”, afirmou referindo-se ao seu tio. (mais…)

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Álvaro Vaselina Dias vai ouvir muito dos empresários do Paraná

E o senador Álvaro Fernandes Dias

Álvaro, em seu momento meiguinho – fotodo blog amigos de Lula

(PODE) arrumou um grande enguiço com vários segmentos empresariais do Paraná.

O motivo foi a vasilinada dele em relação à Reforma Trabalhista. Em ambientes empresariais ele dizia-se favorável à Reforma.

Ontem, durante a votação, ficou ao lado da petista Gleisi Hoffmann e do pemedebista Requião votando contra a reforma.

Pois bem, que se prepare, vai ouvir poucas e boas do empresariado paranaense.

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Copel também tem culpa no imbróglio da Sercomtel

A sócia Copel também é culpada pela crise na Sercomtel. Para quem não se lembra, em 1998 45% das ações da Sercomtel foram vendidas para a Copel – no valor de R$ 186 milhões (hoje quase 1 bilhão) – numa articulação entre o ex-prefeito Antônio Belinati e o então governador Jaime Lerner, cuja vice era Emilia Belinati, na época esposa de Antônio Belinati.

Pouco tempo depois o Ministério Público denunciou que parte do dinheiro da venda das ações da empresa foi usado em campanhas eleitorais e, em especial, na reeleição de Lerner ao governo. (mais…)

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Por quê os negros participam tão pouco da Política Brasileira?

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O que levou o auditor delator a mudar de ideia?

Até há poucos dias o delator da Operação Publicano, o ex-auditor fiscal Luiz Antonio de Souza, reclamava ao juiz Juliano Nanuncio que nem tudo o que estava escrito no processo teria sido dito por ele. Por isso, exigia que as gravações em video e audio dos depoimentos fossem apresentados para que ele e seu advogado pudessem comparar e comprovar que havia divergências. Chegou a dizer ao juiz que “os investigadores o gravavam indo a padaria, gravavam saindo da padaria, gravavam telefonemas de todo mundo em vários momentos de sua vida”, e questionava porque os depoimentos gravados não podiam ser apresentados pelo MP para a comparação. Reclamou em depoimento, gravado e degravado, que alguns nomes haviam sido “aliviados” na acusação.

Souza teve a delação anulada devido a uma denuncia de que continuava tentando extorquir empresários para não citar o nome deles.

Depois de meses renegociando com a Justiça, ontem foi homologada novamente a delação. Para isso, óbvio, ele se comprometeu a reafirmar tudo o que estava escrito. Mas se havia discordância em relação ao texto e ao que foi dito, o que o levou a mudar de ideia?

Ocorre que há um cheiro estranho no ar. Alguns empresários reclamam que além de terem sido extorquidos estão recebendo a mão pesada da Justiça, enquanto outros personagens influentes, recebem o beneplácito do sistema.

 

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